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quinta-feira, 15 de setembro de 2022

Conheça o Repositório Institucional da Unifesp

O Repositório Institucional UNIFESP é uma plataforma tecnológica que tem como objetivo reunir, preservar, compartilhar e divulgar trabalhos de pesquisa, acadêmicos e artísticos produzidos na Universidade Federal de São Paulo.






Na publicação do dia 14 de setembro sobre o Oasisbr vimos que essa ferramenta pesquisa também em Repositórios Institucionais, tal como o Repositório Institucional da Unifesp.


Mas, o que é exatamente um Repositório Institucional? Para Lynch (2003), Repositório Institucional 


                    é um conjunto de serviços que uma universidade oferece aos                                   membros de sua comunidade para a gestão e divulgação de materiais                      digitais criados pela instituição e seus membros da comunidade. É                           essencialmente um compromisso organizacional com a administração                     desses materiais digitais, incluindo preservação a longo prazo, quando                     apropriado, bem como organização e acesso ou distribuição. 



O Repositório Institucional UNIFESP é uma plataforma tecnológica que tem como objetivo reunir, preservar, compartilhar e divulgar trabalhos de pesquisa, acadêmicos e artísticos produzidos na UNIFESP em acesso aberto, sem necessidade de cadastro e seu conteúdo pode ser encontrado por qualquer buscador da internet.


O Repositório Institucional da Unifesp foi criado em 2015, e conta com mais de 60 mil registros, entre artigos científicos, teses, dissertações e TCCs, distribuídos pelas comunidades que representam as unidades da universidade.


Todos os TCCs, dissertações e teses entre outros materiais são depositadas no Repositório Institucional UNIFESP (https://repositorio.unifesp.br/) pelo(a) próprio(a) autor(a), ou seja, são auto-arquivadas. O auto arquivamento é uma estratégia que permite a disponibilidade dos trabalhos acadêmicos em acesso aberto.




O autoarquivamento de teses, dissertações e trabalhos de conclusão de curso passa a ser obrigatório a partir de 2021, dispensando assim, a versão impressa. Para realizar o depósito é muito simples. Acesse o endereço do Repositório Institucional (https://repositorio.unifesp.br), utilize seu email institucional (sem @unifesp.br) e senha da intranet, localize a coleção onde deseja realizar o depósito e preencha os dados do seu trabalho. Após a inserção, a Secretaria de Pós e a biblioteca do seu campus irão realizar a verificação das informações e seu trabalho será publicado. Se tiver qualquer dúvida, entre em contato com a biblioteca da sua unidade.




Para saber mais:


Coordenadoria da Rede de Bibliotecas da Unifesp (CRBU) - Serviços


Trabalhos Acadêmicos



FONTES:


LYNCH, Clifford A. Institutional repositories: essential infrastructure for scholarship in the digital age. Disponível em: <https://muse.jhu.edu/article/42865/pdf>. Acesso em: 15 set. 2022.


UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO. Coordenadoria da Rede de Bibliotecas da Unifesp. Repositório Institucional. Disponível em: <https://repositorio.unifesp.br/>. Acesso em: 15 set. 2022. 




quarta-feira, 14 de setembro de 2022

Oasisbr: Portal brasileiro de publicações e dados científicos de acesso aberto

 Conheçam o "google" da ciência aberta brasileira.




O Portal brasileiro de publicações e dados científicos em acesso aberto - Oasisbr é um mecanismo de busca multidisciplinar que permite o acesso gratuito à produção científica de autores vinculados a universidades e institutos de pesquisa brasileiros.


Por meio do Oasisbr é possível também realizar buscas em fontes de informação portuguesas.


                              As conexões do Oasisbr com portais nacionais e estrangeiros.




O Portal Brasileiro de Publicações e Dados Científicos em Acesso Aberto (Oasisbr) é uma iniciativa do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) que reúne a produção científica e os dados de pesquisa em acesso aberto, publicados em revistas científicas, repositórios digitais de publicações científicas, repositórios digitais de dados de pesquisa e bibliotecas digitais de teses e dissertações.


Deste modo, o Oasisbr tem por objetivo reunir, dar visibilidade e acesso à boa parte dos conteúdos científicos produzidos por pesquisadores que atuam nas instituições brasileiras e portuguesas, publicados em sistemas agregadores de produção e dados científicos.


Por meio de uma única interface, o Oasisbr dá acesso às mais diversas tipologias documentais que contém informações científicas, a saber: artigos científicos, livros, capítulos de livros, artigos apresentados em conferências, conjuntos de dados de pesquisa, preprints, dissertações, teses, trabalhos de conclusão de curso, etc. Ademais, o Oasisbr também dá acesso ao conteúdo científico presente no Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP).


   
Composição da base do Portal Oasisbr em setembro de 2022.

 


Objetivos:


  • Contribuir para o aumento da visibilidade da produção científica pesquisadores das instituições brasileiras e portuguesas, nacional e internacionalmente;

  • Oferecer aos mais diferentes profissionais envolvidos com a comunicação científica, acesso aberto e rápido a um grande volume da produção científica e de conjuntos dados de pesquisa qualificados;

  • Favorecer o aumento do intercâmbio científico entre pesquisadores, nacional e internacionalmente;

  • Estimular a criação de plataformas científicas em acesso aberto, tais como: revistas científicas, repositórios digitais de publicações científicas, repositórios digitais de dados de pesquisa e bibliotecas digitais de teses e dissertações;

  • Estimular a adoção das práticas da Ciência Aberta no contexto da comunicação científica nacional;

  • Fornecer dados e informações confiáveis que evitem a duplicação de esforços e recursos para o desenvolvimento da pesquisa;

  • Atuar como provedor nacional de plataformas científicas em acesso aberto, coletando e dando acesso às mais diferentes tipologias documentais.


Fluxo informacional do Oasisbr:





Para agregar em um único portal a produção científica nacional em acesso aberto o Oasisbr utiliza uma plataforma que, semanalmente, coleta os conteúdos disponibilizados pelos provedores que integram o Oasisbr.


Os conteúdos agregados pelo Oasisbr são coletados, também, pelo Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP). , e, da mesma maneira, os conteúdos disponibilizados pelo RCAAP são coletados pelo Oasisbr e disponibilizados para a comunidade científica brasileira. Os conteúdos agregados pelo Oasisbr são coletados, também, pela Rede de Repositorios de Acceso Abierto a la Ciencia (LA Referencia) , que por sua vez é coletada pelo agregador europeu OpenAIRE .


Essa rede de informação possibilita que o Oasisbr cumpra sua missão primordial, de aumentar o impacto da Ciência brasileira mundo afora.


Acessem o Oasisbr, conheçam mais sobre as fontes coletadas e indicadores, e iniciem suas pesquisas! 


Ficou com algumas dúvida ou quer saber mais sobre o Oasisbr ou sobre o acesso aberto, é só comentar que ficaremos felizes em ajudar. 


Matéria relacionada:



segunda-feira, 12 de setembro de 2022

Grandes mudanças na política de acesso aberto são reveladas pelo Governo americano

A administração Biden instrui todas as agências dos EUA a exigirem acesso imediato a pesquisas financiadas pelo governo federal após sua publicação, a partir de 2026.






As agências de pesquisa dos EUA devem tornar os resultados de pesquisas financiadas pelo governo federal livres para leitura assim que forem publicados, anunciou o governo do presidente Joe Biden. Esta é uma mudança importante em relação às políticas atuais que permitem um atraso de até um ano antes que os documentos sejam postados fora dos paywalls.


Como os Estados Unidos são o maior financiador de pesquisa do mundo, a mudança – a ser implementada até o final de 2025, se não antes – é um impulso para o crescente movimento de acesso aberto (OA) para tornar a pesquisa científica publicamente disponível. Isso já foi altamente incentivado pelo Plano S, uma cobrança para OA de embargo zero liderada por financiadores europeus . “É um grande negócio”, diz Peter Suber, que lidera o Projeto de Acesso Aberto de Harvard na Universidade de Harvard em Cambridge, Massachusetts. “Esta nova política dos EUA é um divisor de águas para a publicação acadêmica”, acrescenta Johan Rooryck, diretor executivo do grupo de financiadores da coligação S que está por trás do plano liderado pela Europa.




A mudança de política foi anunciada em 25 de agosto, em orientação que o Escritório de Política Científica e Tecnológica da Casa Branca (OSTP) emitiu para agências federais . O OSTP recomenda que as agências garantam que o trabalho revisado por pares de seus bolsistas seja disponibilizado em um repositório público aprovado pela agência sem demora após a publicação. Cada agência pode desenvolver seus próprios protocolos sobre exatamente como isso deve ser feito – um processo a ser concluído nos próximos seis meses a um ano.


Acessem a matéria completa aqui.

segunda-feira, 1 de agosto de 2022

Lançamento do Livro “Apoio pedagógico e assistência estudantil”

O lançamento acontece no dia 03 de agosto, às 16h, com palestra de Carlos Dias (Unifesp/EPPEN) e mediação de Michelle Toti (Unifal-MG/PRACE)



O livro "Apoio pedagógico e assistência estudantil", publicado em maio de 2022 pela Editora Atena, traz para o debate dois conceitos ainda em processo de consolidação: assistência estudantil e apoio pedagógico. Embora o termo "apoio pedagógico" pareça ter uma relação direta com a assistência estudantil, especialmente a partir de 2007, com o Programa Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes), o que notamos é que ele não se restringe à assistência estudantil, sobretudo quando pensamos em estruturas organizacionais, como pró-reitorias e diretorias, ou quando falamos em público atendido. O livro traz cinco capítulos com o intuito de ajudar profissionais que atuam com apoio pedagógico em serviços de assuntos estudantis no ensino superior. Reconhecendo que o tema do apoio pedagógico é recente em termos de pesquisas acadêmicas e que novas pesquisas estão surgindo, o livro propõe começar um debate: o que entendemos por apoio pedagógico?


Organização: Laboratório de Pesquisas sobre Serviços de Apoio aos Estudantes no Ensino Superior (LAPES) e Núcleo de Apoio Estudantil (NAE) Osasco.



Serviço:


Quando: dia 03 de agosto de 2022, às 16h





Nota do blog: esse livro é um e-book de acesso aberto, que pode ser encontrado e baixado nesse link:

Apoio pedagógico e assistência estudantil

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

BDJur: fonte de informação jurídica para bibliotecários

A BDJur é um repositório mantido pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que possibilita acesso a diversos conteúdos da área jurídica, disponíveis nas coleções: Atos Administrativos, Doutrina e Repositório Institucional.




É possível dividir sua pesquisa em:


ATOS ADMINISTRATIVOS
Boletim de Serviço e Atos Normativos do STJ, da ENFAM e do extinto TFR


DOUTRINA
Livros, artigos, palestras e outros conteúdos doutrinários


REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL DO STJ
Publicações e documentos produzidos pelas unidades do STJ


A BDJur foi reformulada e apresenta novo layout, mais moderno e dinâmico, que facilita a navegação e a pesquisa nos mais de 85 mil documentos disponíveis. Deixe suas críticas e sugestões no formulário Avalie a BDJur.


ACESSO


A BDJur disponibiliza documentos de acesso aberto, que podem ser visualizados pelo público em geral, sem necessidade de efetuar login no sistema, e documentos que possuem restrição de acesso. Se um documento solicita login para ser acessado, significa que o item é restrito e somente poderá ser acessado por Ministros, magistrados convocados e servidores do STJ, mediante o uso de login e senha de rede.


quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Radiografia da publicação acadêmica em acesso aberto e seus indicadores bibliométricos





Por Lilian Nassi-Calò


Um detalhado relatório de um estudo¹ elaborado pela Science-Metrix² sob o patrocínio da National Science Foundation dos Estados Unidos, analisa a situação do Acesso Aberto no segundo semestre de 2016. O estudo¹ publicado em janeiro de 2018 utilizou como universo de artigos os indexados nas bases de dados WoS e Scopus e como fonte de identificação da condição de acesso aberto dos artigos a base de dados science. O estudo identificou que entre os países de maior produção científica mais de 50% dos artigos publicados entre 2010 e 2014 estavam disponíveis em acesso aberto sendo que o Brasil ocupava a liderança com 75% dos artigos. O estudo apresenta também os padrões de citação dos artigos em acesso aberto em relação aos comercializados.


O movimento do Acesso Aberto, iniciado no final dos anos 1990 por meio de iniciativas de inúmeros defensores, instituições, agências de fomento e publishers, se consolida na Reunião de Budapeste em fevereiro de 2002 com a publicação da Budapest Open Access Initiative – BOAI – que definiu os termos Via Verde (Green Route) e Via Dourada (Gold Route), entre outros conceitos. A Declaração que definiu o Acesso Aberto elimina, além das barreiras de disponibilização, também as barreiras de direitos autorais que impediam a livre reprodução, intercâmbio, cópia, e etc. para fins legais dos conteúdos publicados em acesso aberto, sendo a única restrição à reprodução e distribuição o de conferir reconhecimento aos autores e citá-los apropriadamente. Vale lembrar o pioneirismo do SciELO, que iniciou formalmente a publicação em acesso aberto em 1998, ou seja, quatro anos antes da BOAI.


quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Portal EduCAPES oferta conteúdo gratuito sobre relações internacionais






O acervo de livros da Fundação Alexandre de Gusmão (Funag) está agora disponível para acesso gratuito por meio do portal EduCAPES. Abrangendo conteúdo acadêmico sobre relações internacionais e história diplomática do Brasil, as obras estão disponíveis nos principais formatos de publicação digital.


Para acessar o conteúdo, o usuário deve buscar a seção Livro Digital, na lista Tipos de Mídia, ou a faixa Acesse Também, no canto inferior da página.


Entre as mais de 600 obras presentes na coleção estão manuais de preparação para ingresso na carreira diplomática e estudos sobre tópicos especiais, como não-proliferação nuclear. Os livros estão em português, inglês ou espanhol.


A disponibilização do acervo é uma das ações do acordo de cooperação firmado em 2016 entre a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e a Funag.


EduCAPES


O EduCAPES é um portal de objetos educacionais abertos para uso de alunos e professores da educação básica, superior e pós-graduação que busquem aprimorar seus conhecimentos.

Além de livros, o portal possui milhares de objetos de aprendizagem, artigos de pesquisa, teses, dissertações, videoaulas, áudios e imagens. Para integrar o acervo, o material precisa estar licenciado de maneira aberta, publicado com autorização expressa do autor ou ainda estar sob domínio público.

Funag


Vinculada ao Ministério das Relações Exteriores, a Funag promove atividades culturais e pedagógicas na área de relações internacionais e da história diplomática do Brasil. O órgão divulga a política externa brasileira e contribui para a formação no Brasil de uma opinião pública sensível aos problemas da convivência internacional.


Leia também:





Com informações da Funag


(Brasília – CCS/CAPES)


FONTECapes

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

O Center for Open Science, alternativa para a Elsevier, anuncia novo serviço de preprints




O ano passado foi um período importante para o acesso aberto impulsionado por preprints. A Elsevier realizou duas grandes aquisições, a SSRN com suas redes de pesquisas editadas e bepress com seu serviço de repositório institucional da Digital Commons. A empresa irmã da Springer Nature, a Digital Science, também trabalhou para desenvolver sua presença, expandindo o figshare não apenas como um repositório de dados, mas como uma solução institucional completa e, mais recentemente, melhorando seu suporte para preprints. À medida que os fornecedores comerciais compram e constroem o caminho em direção ao repositório institucional e o mercado de preprints, o Center for Open Science (COS), entidade sem fins lucrativos, está oferecendo uma alternativa, expandindo o que chamam de serviços de preprintsimpulsionados através de sua plataforma. Em 29 de agosto de 2017, o COS anunciou1 a disponibilidade de seis novos serviços, incluindo um repositório nacional para a Indonésia e uma variedade de novos serviços multidisciplinares. Embora atualmente relativamente pequeno em escala, o COS está construindo uma plataforma para a comunidade de pesquisa que é controlada por uma entidade sem fins lucrativos e, portanto, apresenta uma alternativa interessante e potencialmente poderosa.


COS


O Center for Open Science (COS) se caracteriza como “uma start-up de tecnologia sem fins lucrativos fundada em 2013 com a missão de aumentar a abertura, a integridade e a reprodutibilidade da pesquisa científica”. O conselho é composto por cientistas e cientistas sociais de diversas e interessantes afiliações institucionais, mais notavelmente talvez, a National Academy of Science. Seu plano estratégico está disponível2 para que todos possam revisá-lo.


Trata-se de um plano notadamente transparente em relação a finanças e patrocinadores. Seu maior patrocinador todos os anos foi a Fundação Laura e John Arnold, mas também recebeu financiamento da Sloan, Templeton, IMLS, NSF, NIH, Hewlett, DARPA e outros.


Falei recentemente com Brian Nosek, Diretor Executivo do COS, sobre suas mais recentes comunidades de preprints e sua direção em geral. O COS está construindo uma plataforma na qual qualquer cientista pode realizar pesquisas de forma mais aberta que poderia ser o caso. Sua plataforma permite que os pesquisadores usem os serviços que já selecionaram (como figshare, Mendeley e Dropbox), mas de uma forma que impulsiona maior interoperabilidade ao longo do ciclo de vida da pesquisa. Também está seletivamente criando serviços próprios. Como os preprints estão bem estabelecidos em algumas áreas, mas mal utilizadas em outras, segundo Nosek, faz sentido para o COS gerar o desenvolvimento de infraestrutura que irá acelerar maior compartilhamento.


Comunidades de Preprint


O COS adota a abordagem de disponibilizar sua plataforma para outras comunidades agregarem contribuições. Em sua maior parte, em vez de solicitar a comunidades específicas que adotem sua plataforma, o COS a está disponibilizando para uma variedade de comunidades que podem ter interesse em recebê-la, como sociedades acadêmicas, agências de fomento à pesquisa e iniciativas de base. Nosek aponta para esta evidência de “demanda reprimida” em comunidades tão diversas quanto as da ciência da informação e biblioteconomia, das práticas da mente e contemplativas, das ciências nutricionais e da pesquisa relacionada com o esporte e o exercício. O COS fornece a infraestrutura e cada comunidade é responsável por solicitar contribuições e atrair os pesquisadores para usar o serviço.


Leia mais aqui . 

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Texture – um editor de manuscritos científicos aberto

Substance convida a comunidade a usar e contribuir para o novo editor de texto em XML


Texture é um software de edição de código aberto projetado especificamente para editar e comentar conteúdo científico. O Texture possui suporte de primeira classe para a JATS (Journal Article Tag Suite), o padrão de facto para arquivamento e intercâmbio de conteúdos científicos de acesso aberto com XML.
Neste post, vou explicar a motivação e a missão por trás do Texture. Abordarei o estado atual do desenvolvimento, uma visão sobre em que estaremos trabalhando a seguir e como você pode participar.

Publicar um artigo científico demora muito tempo e custa muito caro

Hoje em dia, os autores podem escolher escrever seu manuscrito em um processador de texto tradicional (como o Microsoft Word) ou usar uma linguagem de marcação compilada (como LaTeX). O primeiro é fácil de usar, mas oferece apenas conteúdo pronto para impressão, o segundo fornece mais estrutura, porém requer que o usuário trabalhe com um editor de texto simples e aprenda uma linguagem de marcação. Em ambos os casos, os publishers precisam converter o formato de apresentação em JATS-XML estruturado, antes que ele possa ser publicado e arquivado. Esta etapa requer uma quantidade significativa de trabalho manual, geralmente feito por empresas de editoração e usando ferramentas comerciais próprias. Por isso, não só os documentos geralmente levam muitos meses desde a submissão até a publicação, mas o processo também é extremamente caro. Esperamos que as ferramentas abertas que simplifiquem o fluxo de trabalho de publicação permitirão aos publishers concentrarem-se na entrega de um serviço de avaliação por pares de alta qualidade para a comunidade de pesquisadores.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Datapedia


Caros amigos e parceiros nessa jornada de melhoria do país,

É com muita honra que apresentamos a Datapedia. Uma janela única com os dados públicos e oficiais de todos os municípios e distritos do país. São 5570 localidades presentes na plataforma, que agrupou, organizou e traduziu em visualização amigável as mais diversas fontes de dados. Hoje já são mais de 10 bilhões de dados presentes - e continuamos a ampliar as bases.



Entendemos que a realidade é sempre mais complexa que os números podem mostrar. Atrás de percentuais e números existem pessoas, histórias, alegrias e dores. E conhecer os dados e evidências de sua cidade é um dos primeiros passos para que cidadãos, empresários e políticos possam fazer melhores perguntas, melhores decisões, melhores ações para construir o Brasil que queremos.

A Datapedia tem visualização gratuita para todas as 5570 localidades, aumentando a transparência da gestão pública, e fornece serviço de assinatura para quem deseja construir análises comparativas ou construir seu próprio Dashboard, serviços de relatórios analíticos e oficinas de capacitação para planejamento e gestão a partir de evidências.

Estamos a serviço,
Equipe Datapedia

FONTE: https://www.facebook.com/datapedia.info/?fref=nf&pnref=story 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

300 aplicativos educacionais abertos para usar em sala de aula

Para inovar no processo de ensino-aprendizagem, projeto nascido na UFRGS reúne softwares para Android que podem ser usados e modificados livremente
 
 


Já imaginou se uma tabela reunisse vários aplicativos livres para celulares e tablets do sistema Android? E se essa tabela também apresentasse indicações de quais disciplinas poderiam usar o recurso? Melhor ainda, não é? Pois agora isso existe, graças ao projeto “Software Educacional livre para Dispositivos Móveis”.

Elaborada pelo professor Paulo Francisco Slomp e pelo estudante André Ferreira Machado, ambos da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), a
tabela reúne 305 aplicativos, que podem ser usados como complemento para o processo de ensino-aprendizagem. Desses, 78 servem para a educação infantil, 154 para os anos iniciais do ensino fundamental, 173 para os anos finais do ensino fundamental, 181 para o Ensino Médio e 203 para o Ensino Superior.

Para quem não sabe, o nome software livre significa, no caso da tabela, que o aplicativo é um
REA (Recurso Educacional Aberto). A sigla, por sua vez, é usada para designar um material educativo licenciado de forma pública, permitindo que qualquer pessoa interessada use ou adapte o conteúdo da forma como preferir.
 
 

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Portal EduCapes compila conteúdos educacionais abertos

O portal já está disponível para acesso, confira: www.educapes.capes.gov.br







A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) disponibiliza um novo portal de conteúdos educacionais abertos, EduCapes. O site compila o material didático dos cursos do sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB) e pode ser acessado gratuitamente por cidadãos de todas as regiões do Brasil.


O lançamento do novo portal aconteceu durante a 9ª Reunião Ordinária de Fórum de Coordenadores UAB, no auditório da Capes em Brasília. O EduCapes possibilita o acesso universal a recursos educacionais abertos licenciados voltados a qualquer tipo de atividade acadêmica em qualquer modalidade e em diversos formatos.


Para o diretor de Educação a Distância da Capes, Carlos Lenuzza, a ferramenta é um primeiro passo na criação do legado da Universidade Aberta do Brasil. “No que tange a produção de material didático, de recursos educacionais e do repositório de objetos educacionais ainda engatinhamos nos últimos dez anos. No âmbito da UAB, é importante lembrarmos que são todos conteúdos produzidos com recursos de orçamento do Estado, pagos por todos nós”, afirma.


O eduCAPES engloba em seu acervo milhares de objetos de aprendizagem, incluindo textos, livros didáticos, artigos de pesquisa, teses, dissertações, videoaulas, áudios, imagens e quaisquer outros materiais de pesquisa e ensino que estejam licenciados de maneira aberta, publicados com autorização expressa do autor ou ainda que estejam sob domínio público.


O portal permite a inclusão de materiais abertos que estejam mapeados em algum esquema de metadados. O portal utiliza a tecnologia DSpace que suporta nativamente os padrões de metadados Dublin Core e armazena arquivos em qualquer tipo de formato digital. O acesso aos materiais é feito de forma híbrida: pode ser feito por meio de sincronismo, remetendo a repositórios parceiros ou pela ferramenta busca, que retorna materiais hospedados no próprio portal. A sincronia permite - por exemplo, que novos Objetos de Aprendizagem (OAs) sejam detectados nos repositórios e/ou automaticamente excluídos os que foram removidos.


FONTE: EduCAPES


segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Publicações on-line "Pensando o Direito"


O que é?

O Projeto Pensando o Direito é uma iniciativa da Secretaria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça (SAL/MJ), e foi criado em 2007 para promover a democratização do processo de elaboração legislativa no Brasil.


A partir do lançamento de editais para a contratação de equipes de pesquisa, o Projeto mobiliza setores importantes da sociedade – Academia, instituições de pesquisa, ONG’s entre outros – para a realização de estudos em temas de interesse da Secretaria.


Para atingir o propósito de conferir com maior efetividade às normas perante a realidade social, são privilegiadas pesquisas aplicadas, de caráter empírico, com o emprego de estratégias qualitativas e quantitativas que informem e fortaleçam o debate no processo de produção de leis e demais atos normativos.

Além de qualificar a atuação da SAL/MJ, órgão que tem por objetivo institucional a preservação da ordem jurídica, essa iniciativa busca fortalecer as instituições democráticas voltadas à construção de um ordenamento normativo mais próximo da realidade da população brasileira.


A aproximação entre Academia e Parlamento permite que a discussão política seja associada a argumentos, dados e informações embasados em pesquisas com comprovação empírica, propiciando a construção de normas mais democráticas e efetivas.


Acessem gratuitamente as publicações .

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

IBGE publica Plano de Dados Abertos



Pesquisas, estatísticas e indicadores serão disponibilizados em formato aberto

Pesquisadores, professores universitários, estudantes, empresários, representantes de Organizações da Sociedade Civil e demais cidadãos serão beneficiados com a publicação de dados abertos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Todas as pesquisas, estatísticas e indicadores elaborados pelo instituto serão publicados em formato aberto. Divulgado na última semana, o calendário de disponibilização está no Plano de Dados Abertos (PDA) do IBGE para o próximo biênio. Leia mais!

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Portal de Livros Abertos da USP

Portal de Livros Abertos da USP já com cinquenta títulos disponíveis



Lançado em março desse ano pelo Sistema Integrado de Bibliotecas da USP - SIBiUSP, o Portal de Livros Abertos da Universidade de São Paulo completou na última semana 50 títulos disponíveis para consulta, número este que é o primeiro marco do Portal, um espaço organizado para a divulgação e o compartilhamento do conhecimento através de livros produzidos por professores e pesquisadores da Universidade, seguindo o modelo de acesso aberto. 




quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Como o Acesso Aberto pode impulsionar a carreira de pesquisadores


Por Lilian Nassi-Calò


O acesso aberto projeta-se como a modalidade que dominará a publicação de resultados de pesquisas em todas as áreas do conhecimento. Associado a softwares e dados abertos (open source e open data), este modelo de comunicação científica reconhecidamente aumenta a transparência, acessibilidade, e disponibilidade da ciência a todos os setores da sociedade, promovendo o crescimento tecnológico e econômico das nações. É parte integral do avanço da Ciência Aberta.
Mandatos em prol do acesso aberto, seja pela Via Dourada (periódicos) ou da Via Verde (repositórios de artigos de preprints e postprints), vêm sendo estabelecidos por agências de fomento, instituições e governos em todo o mundo e vislumbra-se em um futuro próximo que o acesso aberto substituirá totalmente os periódicos por assinatura. Até mesmo os grandes publishers multinacionais cujos modelos de negócios continuam baseados na comercialização de assinaturas, cientes da irreversibilidade do progresso do acesso aberto, já vem atuando nesta direção, por meio da criação de periódicos de acesso aberto, permitindo a publicação de preprints e postprints ou oferecendo aos autores a opção de tornar aberto o acesso aos seus artigos em periódicos por assinatura na modalidade híbrida
Vejam a matéria completa aqui .

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Publicações científicas e bases de dados gratuitas de acesso aberto



POR


Andreas Leber
Bibliotecário da Unifesp – Campus Osasco
Formado em Biblioteconomia pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), campus de Marília, Mestrado em Gestão de Políticas e Organizações Públicas pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), campus Osasco.
LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/andreas-leber-96b165154/



Atualizado em setembro de 2022.


No Brasil e no mundo existem várias bases de dados de acesso aberto, que podem ser acessadas de qualquer lugar e sem nenhum custo. Vão desde Bibliotecas Digitais e Arquivos, passando por bases de periódicos, teses e dissertações, e-books e coleções especiais. Nessa matéria iremos listar algumas.


BIBLIOTECAS E ARQUIVOS


Biblioteca Nacional Digital




Biblioteca Digital Nacional possui as digitalizações de mais de 2 milhões de itens raros que podem ser acessados, sem custo, na Biblioteca Nacional Digital (BNDigital). Acervo disponibiliza obras raras como o decreto, feito quatro dias depois da chegada da família real no Brasil, marcando o fim do pacto colonial e abrindo nossos portos às nações amigas para livre comércio de produtos.


Biblioteca Digital Luso-Brasileira




As bibliotecas nacionais do Brasil e de Portugal se associaram para o desenvolvimento do portal da
Biblioteca Digital Luso-Brasileira, cujo objetivo primordial é disponibilizar, a partir de um único ponto de acesso, os acervos digitais das duas instituições. Trata-se de um esforço conjunto para dar nova dimensão, relevância e visibilidade aos conteúdos culturais em língua portuguesa na internet.




Além dos acervos digitais das duas instituições e dos repositórios digitais nacionais gerenciados por elas – RNOD por Portugal e Rede Memória Virtual Brasileira –, integram a Biblioteca Digital Luso-Brasileira preciosidades como os manuscritos dos séculos XVI e XVIII, pertencentes ao Arquivo Histórico Ultramarino, levantados pelo projeto Resgate Barão do Rio Branco. Esse acervo trata da vida pública e privada dos habitantes das 18 capitanias, que atualmente correspondem a 22 estados brasileiros, entre outros itens.




Tendo como princípio a convergência de esforços e o compartilhamento de recursos, a Biblioteca Digital Luso-Brasileira – como dispositivo de difusão cultural – se posiciona junto a iniciativas colaborativas plurinacionais como a Biblioteca Digital Mundial (https://www.wdl.org/pt/) e a Europeana (http://www.europeana.eu/).


Além dos registros de arquivos digitais o portal disponibilizará conteúdos textuais criados para contextualizar as coleções digitais.



PORTAL DOMÍNIO PÚBLICO 






Portal Domínio Público lançado em novembro de 2004 (com um acervo inicial de 500 obras), propõe o compartilhamento de conhecimentos de forma equânime, colocando à disposição de todos os usuários da rede mundial de computadores - Internet - uma biblioteca virtual que deverá se constituir em referência para professores, alunos, pesquisadores e para a população em geral.


Este portal constitui-se em um ambiente virtual que permite a coleta, a integração, a preservação e o compartilhamento de conhecimentos, sendo seu principal objetivo o de promover o amplo acesso às obras literárias, artísticas e científicas (na forma de textos, sons, imagens e vídeos), já em domínio público ou que tenham a sua divulgação devidamente autorizada, que constituem o patrimônio cultural brasileiro e universal.


Desta forma, também pretende contribuir para o desenvolvimento da educação e da cultura, assim como, possa aprimorar a construção da consciência social, da cidadania e da democracia no Brasil.



Adicionalmente, o "Portal Domínio Público", ao disponibilizar informações e conhecimentos de forma livre e gratuita, busca incentivar o aprendizado, a inovação e a cooperação entre os geradores de conteúdo e seus usuários, ao mesmo tempo em que também pretende induzir uma ampla discussão sobre as legislações relacionadas aos direitos autorais - de modo que a "preservação de certos direitos incentive outros usos" -, e haja uma adequação aos novos paradigmas de mudança tecnológica, da produção e do uso de conhecimentos.
                                                                                                                                                   

ARQUIVO NACIONAL 









O Arquivo Nacional é um órgão subordinado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública que guarda, preserva, dá acesso e divulga documentos públicos, produzidos, em sua maior parte, pelo Poder Executivo Federal, mas também provenientes dos poderes Legislativo e Judiciário; e documentos privados, de pessoas físicas e jurídicas. Além disso, seu corpo técnico presta orientações a instituições públicas no que diz respeito à gestão e preservação de seus documentos. Os documentos sob custódia do Arquivo Nacional estão abertos a todos os cidadãos que necessitam comprovar seus direitos e aos pesquisadores de diferentes áreas de conhecimento, que encontram, na Instituição, fontes para a produção de trabalhos monográficos, dissertações, teses, filmes, livros, campanhas publicitárias, séries televisivas, entre outros.


O Arquivo Nacional possui documentos do século XVI ao XXI. Entre eles, encontram-se: a Lei Áurea e as Constituições Brasileiras; documentação sobre a entrada de imigrantes; milhares obras raras; mapas do século XVI ao XIX; fotografias do século XIX e XX, tais como as produzidas pela Família Ferrez e pelo jornal Correio da Manhã; imagens em movimento da Agência Nacional; rótulos e marcas de produtos nacionais e estrangeiros da virada do século XIX; pedidos de patentes industriais das últimas décadas do século XIX e do início do século XX; documentos de entidades extintas, como o Instituto do Açúcar e do Álcool, Instituto Brasileiro do Café, Companhia de Navegação Lloyd Brasileiro, Companhia Brasileira de Infraestrutura Fazendária, Centro Brasileiro para a Infância e Adolescência, Rede Federal de Armazéns Gerais e Ferroviários; e documentos produzidos pelos órgãos integrantes do Sistema Nacional de Informações e Contrainformação (SISNI), que vigorou durante o regime militar no Brasil (1964-1985).


BASES DE DADOS


Oasisbr


A Base oasisbr é um portal brasileiro de publicações científicas em acesso aberto. É um mecanismo de busca multidisciplinar que permite o acesso gratuito à produção científica de autores vinculados a universidades e institutos de pesquisa brasileiros. Por meio do oasisbr é possível também realizar buscas em fontes de informação portuguesas. Ele realiza pesquisas em Bibliotecas Digitais de Teses e Dissertações nacionais e estrangeiras, Repositórios Institucionais, Scielo, Revistas Eletrônicas e o Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP). Em setembro de 2022 possui mais de 4.100.000 documentos indexados. 


BASE


BASE é um dos maiores motores de busca de acesso aberto do mundo voltados para a pesquisa acadêmica. BASE é operado pela Biblioteca da Universidade de Bielefeld. Com o movimento de acesso aberto crescendo e prosperando, mais servidores e mais repositórios vem sendo agregados ao "Open Archives Initiative Protocol for Metadata Harvesting" (OAI-PMH) para fornecer seu conteúdo. BASE recolhe, normaliza e indexa os dados, fornecendo mais de 90 milhões de documentos de mais de 4.000 fontes. Você pode acessar os textos completos de cerca de 60% dos documentos indexados. O índice é continuamente melhorado pela integração de outras fontes, bem como OAI fontes locais. O Blog OAI-PMH comunica informações relacionadas com a coleta e as atividades de agregação realizados para BASE. O BASE pode ser acessado normalmente pelos navegadores de qualquer smartphone com IOS, Android e Windows Phone.  

LA REFERENCIA




La Referencia é um agregador de informações que permite pesquisas regionais de publicações científicas, integrando o material de repositórios de 10 países da América Latina: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, México, Peru e Uruguai.

Graças a acordos técnicos e organizacionais, vem integrando progressivamente dados nacionais dos países que estejam em conformidade  com as normas internacionais de interoperabilidade. 
Pesquisadores, professores e estudantes encontrarão os trabalhos científicos de quase uma centena de universidades da América Latina, com pesquisas acadêmicas em doutorados e mestrados com uma ampla variedade de opções de tema.


O software
de referência do motor de busca é baseado no internacional OAI-PMH, que permite a interoperabilidade e facilita a integração de nós nacionais de metadados.



Possui mais de 2.000.000 de artigos e teses, possuindo ainda interface para dispositivos móveis.


DATAPEDIA









A Datapedia foi fundada em 2015 com a missão de unificar, traduzir e disseminar informações de bases públicas e oficiais. Com expertise acumulada em trabalhos envolvendo bases de dados de diversos governos municipais, estaduais e ministérios federais, foi lançado em abril de 2017 o portal www.datapedia.info com dados de 5.570 territórios do país (Brasília, Fernando de Noronha e 5.568 municípios).


A Datapedia tem visualização gratuita para todas as 5570 localidades, aumentando a transparência da gestão pública, e fornece serviço de assinatura para quem deseja construir análises comparativas ou construir seu próprio Dashboard, serviços de relatórios analíticos e oficinas de capacitação para planejamento e gestão a partir de evidências.


BASE DE PERIÓDICOS


SciELO


A Scientific Electronic Library Online - SciELO é uma biblioteca eletrônica que abrange uma coleção selecionada de periódicos científicos brasileiros. A SciELO é o resultado de um projeto de pesquisa da FAPESP - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, em parceria com a BIREME - Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde. A partir de 2002, o Projeto conta com o apoio do CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.


O Projeto tem por objetivo o desenvolvimento de uma metodologia comum para a preparação, armazenamento, disseminação e avaliação da produção científica em formato eletrônico. Com o avanço das atividades do projeto, novos títulos de periódicos estão sendo incorporados à coleção da biblioteca. Possui atualmente 352 títulos de periódicos, mais de 259.000 documentos, totalizando mais de 5.900.000 referências.



SPELL



SPELL – Scientific Periodicals Electronic Library, é um sistema de indexação, pesquisa e disponibilização gratuita da produção científica. Com o objetivo central de promover o acesso, organização, disseminação e análise da produção científica de distintas áreas do conhecimento, o Spell cumpre com uma dupla missão: organizar, numa única base de dados, um significativo acervo de conhecimento e proporcionar acesso livre a usuários interessados na produção científica. Iniciado em 2012, o Spell concentra, inicialmente, a produção científica das áreas de Administração, Contabilidade e Turismo, publicadas a partir de 2008. Possui atualmente cerca de 51.000 documentos.


DOAJ






O DOAJ - Directory of Open Access Journals, é um diretório online que fornece acesso aberto a mais de 14.400 periódicos e mais 4.800.000 artigos de 133 países diferentes, de várias editoras, como pode ser conferido abaixo.




TESES E DISSERTAÇÕES



Biblioteca Digital de Teses e Dissertações




A Biblioteca Digital de Teses e Dissertações  (BDTD) tem por objetivo reunir, em um só portal de busca, as teses e dissertações defendidas em todo o País e por brasileiros no exterior.


A BDTD foi concebida e é mantida pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) no âmbito do Programa da Biblioteca Digital Brasileira (BDB), com apoio da Financiadora de Estudos e Pesquisas (FINEP), tendo o seu lançamento oficial no final do ano de 2002. Possui hoje mais de 170.000 teses e 459.000 dissertações de mais de 115 Instituições.


Networked Digital Library of Theses and Dissertations (NDLTD)



Networked Digital Library of Theses and Dissertations (NDLTD) é uma organização internacional dedicada a promover a adoção, criação, utilização, difusão e preservação de teses e dissertações eletrônicas (ETDs). Apoia a edição eletrônica e acesso aberto a fim de melhorar a partilha de conhecimento em todo o mundo. O site inclui recursos para administradores universitários, bibliotecários, professores, estudantes e público em geral. Os tópicos incluem como encontrar, criar e preservar ETDs; como configurar um programa ETD; questões jurídicas e técnicas; e as últimas notícias e pesquisa na comunidade ETD. Possui mais de 5.900.000 teses e dissertações.


E-BOOKS



SciELO Livros




A Scielo Livros disponibiliza e-books acadêmicos em português, atualmente contando com 779 títulos de acesso aberto das editoras FIOCRUZ, EDUFBA, UNESP, EDUEPB, EdUFSCar, EDUEM, Mackenzie, EDUERJ, UEPG, EDITUS, Editorial UR, UFRGS, UFABC, UNICAMP,  UGMG, UAO, EDUFU, UFFS e UNB em várias áreas do conhecimento. Os livros são legíveis também nos leitores de e-books, tablets e smartphones.


Cultura Acadêmica




Cultura Acadêmica  é o segundo selo da Fundação Editora da UNESP e possui centenas de títulos atualmente para download, entre gratuitos, pagos ou impressos sob demanda, que poderão ser baixados em formato PDF ou Epub.

Portal do Livro Aberto em CT&I







O Portal do Livro Aberto em CT&I tem por objetivo reunir, divulgar e preservar as publicações oficiais em ciência, tecnologia e inovação. Os temas Tecnologias da Informação e Comunicação, Fármacos e Complexo Industrial da Saúde, Petróleo e Gás, Complexo Industrial da Defesa, Aeroespacial, Nuclear, Biotecnologia, Nanotecnologia, Energia Renovável, Biodiversidade, Mudanças Climáticas, Oceanos e Zonas Costeiras Popularização da C,T&I, Melhoria e Ensino de Ciências, Inclusão Produtiva e Social, e Tecnologias para Cidades Sustentáveis, definidas nos Programas e Atividades Estruturantes da Estratégia Nacional da Ciência, Tecnologia e Inovação 2012-2015, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e incluídos neste primeiro momento. Adiciona-se a área de Ciência da Informação, que reúne o saber e o fazer do IBICT. 


Numa segunda fase serão incluídas publicações oficiais em temas tratados em políticas de ciência e tecnologia de períodos anteriores, bem como os tratados nas demais políticas públicas que tenham interface com a Ciência e Tecnologia em geral.




Directory of Open Access Books (DOAB)






O Directory of Open Access Books (DOAB) tem como objetivo principal aumentar a descoberta de livros de acesso aberto. As editoras acadêmicas são convidadas a fornecer metadados de seus livros de acesso aberto a Doab. Agregadores de conteúdo podem integrar os registros em seus serviços comerciais e bibliotecas podem integrar o diretório em seus catálogos on-line, ajudando acadêmicos e estudantes em descobrir os livros. O diretório é aberto a todos os editores que publicam livros revisados por pares acadêmicos, no Open Access e deve conter tantos livros quanto possível, desde que estas publicações estão em Open Access e atender aos padrões acadêmicos. Possui atualmente mais de 27.900 títulos de 380 editoras. 




COLEÇÕES ESPECIAIS 


O Portal das Memórias de África e do Oriente



A biblioteca digital da Universidade de Aveiro já permite ler através da internet obras digitalizadas de Angola, Cabo Verde, Goa, Guiné, Macau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor.



O Portal das Memórias de África e do Oriente é um projeto da Fundação Portugal-África desenvolvido e mantido pela Universidade de Aveiro e pelo Centro de Estudos sobre África e do Desenvolvimento desde 1997. É um instrumento fundamental e pioneiro na tentativa de potenciar a memória histórica dos laços que unem Portugal e a Lusofonia, sendo deste modo uma ponte com o nosso passado comum na construção de uma identidade coletiva aos povos de todos esses países.


O projeto “Memória de África e do Oriente“ já tem online mais de 2500 obras, referentes à história dos países de Língua Portuguesa, durante a administração colonial. O projeto é executado pela Universidade de Aveiro e pelo Centro de Estudos sobre África e do Desenvolvimento (CESA) de Lisboa e tem contado com a participação de instituições de Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Goa.



Além de registos bibliográficos para orientação de investigadores e curiosos, estão agora disponíveis e com livre acesso obras digitalizadas que vão desde livros da escola primária do tempo colonial, a relatórios de antigos governadores das então colônias e outros documentos oficiais. Entre outras “preciosidades” já digitalizadas contam-se os três volumes da “História Geral de Cabo Verde”, várias obras do cientista e poeta cabo-verdiano João Vário, toda a coleção do Boletim Geral das Colônias, a revista do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa de Bissau Soronda (1986-2009), o Boletim Cultural do Huambo em Angola, e “O Oriente Português”, da responsabilidade da Comissão de Arqueologia da Índia Portuguesa, publicado entre 1905 e 1920 e retomado entre 1931 e 1940.


De acordo com Carlos Sangreman, da Universidade de Aveiro, o projeto “Memória de África e do Oriente” em dezembro atingiu 353.991 registos bibliográficos e 343.819 páginas digitalizadas e a base de dados já vai ser acrescentada. “Temos trabalhado com muitas instituições portuguesas, sendo a última a Biblioteca Nacional que nos disponibilizou 67 mil registos que irão ser colocados na base à medida que formos conseguindo compatibilizar o formato”, esclarece aquele responsável.




SLAVE VOYAGES 


O tráfico transatlântico de escravos, detalhado em um mega-arquivo digital.


O site traz mapas, imagens, nomes de escravos, viagens documentadas e outros materiais que dão a dimensão da maior migração forçada da história.


    Ilustração de 1820 do Cais Valongo, o porto que recebeu mais escravos nas Américas         e  maior mercado de  escravos do Rio de Janeiro. Foto: Do livro 'Journal of a voyage to       Brazil and residence there',de Maria Graham.





Mais de 10 milhões de africanos foram traficados para as Américas entre os séculos 16 e 19, naquela que é a maior migração oceânica forçada na história. O detalhamento dessa tragédia humana pode ser pesquisado no site “Slave Voyages”, uma base de dados digital sobre o tema, disponível em inglês e português, fruto de um esforço internacional de pesquisa que se estende ao longo de décadas, desde o final da década de 1960.


A ideia de criar um conjunto de dados único, oriundos de múltiplas fontes, referentes a viagens negreiras transatlânticas, surgiu ainda nos anos 1990 entre os pesquisadores David Eltis, britânico, e Stephen Behrendt, americano. A construção do site, no entanto, só foi possível a partir de um prêmio concedido à pesquisa em 2006, pela Universidade de Emory, nos EUA.


O que há no site


Compilação de arquivos ao redor do mundo, a base de dados do site contém registros de mais de 35 mil expedições. A metodologia e fontes usadas estão detalhadas em uma seção que ajuda a entender e começar a usar o banco.


Além de consultá-lo e encontrar viagens específicas, é possível fazer o download dos dados encontrados e criar listas, tabelas, e mapas personalizados. Na aba “colabore”, também se pode colaborar com suas descobertas e corrigir eventuais erros nos dados.


Nem todas as expedições de escravos do período foram documentadas. Segundo o site, os escravos vindos em viagens documentadas representam quatro-quintos do número de africanos transportados. Tendo isso em mente, uma página interativa de estimativas ajuda quem pesquisa a chegar mais perto do volume total do tráfico de escravos.


O material ainda conta com materiais educativos, como planos de aula, ensaios (todos traduzidos para o português) que analisam as viagens, a escravidão e o fim do tráfico; e “mapas introdutórios” que mostram, por exemplo, o volume e a direção do tráfico de escravos, de todas as regiões africanas para todas as regiões americanas, e as principais regiões e portos envolvidos no tráfico.


Há um banco de imagens com manuscritos, mapas antigos e ilustrações de escravos, navios e lugares. E um banco de nomes que identifica 91.491 africanos cativos em uma ficha que inclui o nome, a idade, o sexo, a origem, o país e os locais de embarque e desembarque de cada um.


Compilar dados sobre o tráfico de escravos não é novidade. O trunfo do projeto, destacado pelo site “The Conversation” é a apresentação desses dados de maneira compreensível e visualizável para um público amplo, que inclui pesquisadores e professores, mas também estudantes e outros interessados.


Uma representação animada do tráfico de escravos da África para as Américas no período, presente em um artigo da revista “Slate”, demonstra o fluxo do tráfico ao longo do tempo.


O Brasil escravocrata no arquivo


“A roda sul moldou o enorme tráfico para o Brasil, que durante três séculos foi quase exclusivo dos maiores traficantes de escravos de todos, os portugueses. Apesar de arvorarem a bandeira portuguesa, os traficantes de escravos que navegavam pela roda sul administravam seus negócios em portos brasileiros, e não em Portugal. Os ventos e as correntes asseguraram, portanto, duas grandes rotas de escravos — a primeira com raízes na Europa, e a segunda no Brasil. Os ventos e as correntes também determinaram que os africanos transportados para o Brasil viessem predominantemente de Angola”


David Eltis (Emory University), 2007
No ensaio “Um breve resumo do tráfico transatlântico de escravos”


Na seção de estimativas do volume total de expedições realizadas, há duas datas chave para o tráfico de escravos mundial do período que dizem respeito ao Brasil. São elas:


- 1560: início do tráfico de escravos contínuo do Brasil
- 1850: abolição do tráfico de escravos no Brasil (mas não, ainda, da escravidão)


Nesse período, a estimativa do site é de que o volume total de escravos desembarcados somente no Brasil tenha sido superior a 5 milhões.


O fim do tráfico


Mesmo tornado ilegal nos primeiros anos do século 19 pelos governos americano e britânico, que começaram a reprimir a prática em território marítimo, o tráfico de escravos para o Brasil continuaria ainda por meio século, dada sua enorme importância econômica para os traficantes portugueses e para a produção monocultora das colônias americanas, principalmente para a cana-de-açúcar e a mineração no Brasil. 


Ações decisivas contra o tráfico vindas das regiões importadoras, segundo o ensaio que trata da abolição presente no site, só ocorreram em meados dos anos 1840 e em 1851. Foi quando os governos de Cuba e do Brasil, respectivamente, tomaram medidas contra o tráfico. Entre as décadas de 1840 e 1850, o tráfico caiu de uma média de 50.000 por ano para 16.000, e, a partir de 1860, para a metade disso.


A nível mundial, a escravidão teve fim nas últimas décadas do século 19. No Brasil, a Lei Áurea, que aboliu a escravidão, data de 1888.



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