segunda-feira, 11 de junho de 2018

“Flangos” não são iguais!!!





Autor: Hsia Hua Sheng* (Professor de Finanças Aplicadas da FGV-EAESP)


Data 11/Junho/2018


Para quem gosta de usar múltiplos para calcular valor de uma empresa, identificar empresas comparáveis é fundamental para sucesso dessa técnica. Na última semana, os investidores não tiveram mais dúvida de que as maiores empresas de alimentos brasileiras não são comparáveis.


O embargo da União Europeia a 20 frigoríficos brasileiros já tinha provocado mais uma queda de preço de frango. Desde 16/05/2018 estão proibidos de vender cortes de frango ao bloco. Isso provocou também mais uma queda de preço das ações das empresas do setor, principalmente o da BRF, uma vez que ela teve 12 plantas vetadas pelos europeus.


A decisão da China de aplicar uma tarifa antidumping sobre frangos de corte importados do Brasil na última sexta-feira 08/06/2018 causou efeitos bem distintos entre as ações das maiores empresas nacionais. Embora essa decisão possa ser revista com a visita do comitê da China ou com a negociação entre governos brasileiro e chinês, o mercado acionário imediatamente refletiu essa notícia nos preços dessas empresas.


A BRF por ser a maior exportadora de carne de frango do Brasil sofreu mais com essa notícia. As ações da BRF (Dona das marcas Sadia e Perdigão) caíram 7,49% na B3, cotada no fechamento a R$21,50. Diferente da BRF, a JBS (Dona da marca Seara) é menos dependente da produção de frango no Brasil e pode exportar frango para China por meio de sua controlada empresa americana Pilgrim’s Pride. Por isso, na contra mão da BRF, as ações da JBS subiram 4,14% e fechou R$ 8,80 na última sexta-feira. 


O impacto nas ações depende não só volume e local de exportação de frango, mas também o tipo de corte de carne de frango na composição de exportação. Segundo especialistas do setor, os cortes da carne de frango da BRF possuem preço mais alto, pois exportam mais pé de frango na sua composição de exportação. Pé de galinha é um alimento tradicional e popular na China. Já a JBS exporta mais cortes de baixo valor agregado para mercado da China. Por isso, a alíquota entre as empresas são diferentes. A alíquota a ser aplicada nos produtos da BRF será de 25,3% e a alíquota dos produtos da JBS será de 18,8%.


Portanto, os investidores vão precisar de ajustes significativos de múltiplos para tornar essas empresas “comparáveis” financeiramente. Em outras palavras, isso vai exigir mais arte que a ciência para igualar “Pé de Flango” e “Peito de Flango”... 


Este artigo expressa a opinião do autor, não representando necessariamente a opinião institucional da FGV” © 2018 Hsia Hua Sheng All Rights Reserved / © 2018 Hsia Hua Sheng todos os direitos reservados


Para citação desse artigo: SHENG, H.H. ““Flangos” não são iguais!!!” (Núcleo de Estudos de International Financial Management, FGV-EAESP), No. 31, 11/06/2018, São Paulo.


Quer participar do Projeto “Ideias que Transformam”? Se você é aluno ou ex-aluno da FGV EAESP e tem “ideias que transformam” para compartilhar, envie seu artigo para o e-mail ideiasquetransformam@fgv.br. Caso seja escolhido, seu artigo poderá ser promovido pela escola e ganhar muitos leitores.http://www.fgv.br/eaesp/cursos/hsia-sheng/


FONTE: https://www.linkedin.com/pulse/flangos-não-são-iguais-hsia-hua-sheng/?lipi=urn%3Ali%3Apage%3Ad_flagship3_feed%3B8%2BHdM2hHQhGJ8dqpOB3gDg%3D%3D


*Hsia Hua Sheng é Docente da FGV/EAESP e da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).


Publicado com autorização do autor.

sexta-feira, 8 de junho de 2018

UNIFESP Mostra sua Arte




Temos a satisfação de convidá-los a participar da Programação da 4ª Semana Unifesp Mostra Sua Arte que será realizada, no campus Osasco, entre os dias 11 e 12 de junho de 2018, conforme anexo.


A programação completa, nos demais campi, acontecerá entre os dias 11 a 15 de junho.




Contamos com a participação de todos!!!


Debate e Lançamento de Livros


Lançamento do livro: Sangue que não seca





Caros amigos,


Convido a todos para o lançamento do meu novo livro: "Sangue que não seca: o Estado Islâmico, a crise de hegemonia e as novas estratégias do imperialismo", que ocorrerá no próximo dia 12 de junho (terça-feira), às 18h30, na Livraria Martins Fontes, na Av. Paulista, 509, Bela Vista, São Paulo, SP.


O livro já está disponível em livrarias de todo o país e também em formato digital. Tanto o livro físico quanto o "e-book" podem ser adquiridos diretamente do site da editora, no link: https://www.editoracrv.com.br/produtos/detalhes/32968-sangue-que-nao-seca-bro-estado-islamico-a-crise-de-hegemonia-e-as-novas-estrategias-do-imperialismo .


Além da noite de autógrafos, será uma excelente oportunidade para a troca de reflexões sobre os problemas tempo presente, enquanto compartilhamos um bom vinho!
Nos encontraremos lá!


Rodrigo Medina Zagni


FONTE: Unifesp Osasco 

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Solução de ESG para Petrobras

Autor: Hsia Hua Sheng* (Professor de Finanças Aplicadas da FGV-EAESP)


Data 04/Junho/2018



Indefinições sobre a política de preço de combustível da Petrobras incomoda muito o mercado financeiro. Sem essa política, não dá para calcular o valor da empresa da Petrobras!!!!


A política de reajuste diário conforme o preço de mercado internacional que ajudou salvar finanças da Petrobras e melhorou eficiência operacional da empresa nos últimos anos não conseguiu convencer a sociedade brasileira que esse é o melhor o modelo.


A política de subsídio adotada por outros governos anteriores também não traz boas memórias, pois criou problemas fiscais para o próprio governo ou prejuízo para Petrobras. Agora, o mercado fala de uma nova política que utiliza um imposto flexível para estabilizar o preço de combustível. Esse imposto seria maior quando o preço internacional for mais baixo, e o governo guardaria essa “gordura” para reduzir esse imposto quando preço internacional for mais alto.


Mas, por que mais interferência do governo? Ou converter um imposto em flexível? Será que a própria Petrobras não poderia encontrar uma solução de mercado que atende investidor e sociedade brasileira? A resposta é sim: aplicar o conceito de ESG (Environment, Social & Governance) na gestão da Petrobras.





Fazer uma gestão orientada para ambiental, social e governanças (ESG) abriria o canal com o mercado. A literatura financeira de valuation tem demonstrado que a prática de ESG agrega valor às empresas no longo prazo. Os investidores privados premiam empresas que possuem responsabilidade social atuante. Por exemplo, uma empresa pode dedicar a uma causa social ou pode contribuir para bem estar social provendo fácil acesso as inovações e tecnologia. Além disso, a empresa que cuida do meio ambiente em toda sua cadeia produtiva direta e indireta também ganha mais valor. 


A política de preço de combustível é uma questão de responsabilidade social que a própria empresa Petrobras precisa assumir independente do reforço extra do governo federal. Os parâmetros dessa política interna precisam buscar um equilíbrio entre demanda da sociedade e do capital privado preservando a capacidade de investimento e eficiência operacional.


Portanto, isso não será uma tarefa fácil. Essa política interna leva tempo e experimentação de erros e acertos para garantir a sustentabilidade da empresa. Mas, isso é um risco de curtisssimo prazo que o novo executivo da Petrobras precisa assumir para garantir apoio do mercado financeiro à Petrobras (uma empresa estatal de economia mista) com valorização de uma empresa privada e eficiente. 


Este artigo expressa a opinião do autor, não representando necessariamente a opinião institucional da FGV” © 2018 Hsia Hua Sheng All Rights Reserved / © 2018 Hsia Hua Sheng todos os direitos reservados


Para citação desse artigo: SHENG, H.H. “Solução de ESG para Petrobras”(Núcleo de Estudos de International Financial Management, FGV-EAESP), No. 30, 04/06/2018, São Paulo.

Quer participar do Projeto “Ideias que Transformam”? Se você é aluno ou ex-aluno da FGV EAESP e tem “ideias que transformam” para compartilhar, envie seu artigo para o e-mail ideiasquetransformam@fgv.br. Caso seja escolhido, seu artigo poderá ser promovido pela escola e ganhar muitos leitores.http://www.fgv.br/eaesp/cursos/hsia-sheng/


FONTE: https://www.linkedin.com/pulse/solu%C3%A7%C3%A3o-de-esg-para-petrobras-hsia-hua-sheng/


*Hsia Hua Sheng é Docente da FGV/EAESP e da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).

Publicado com autorização do autor.


terça-feira, 5 de junho de 2018

Convite: Governança Global e Justiça Fiscal

Evento fornecerá certificado de participação



Governança global e justiça fiscal: política e tecnocracia na tributação de empresas multinacionais


A justiça na tributação de pessoas e empresas é um dos principais desafios à redução das desigualdades socioeconômicas internacionalmente, inclusive no Brasil. Com frequência, o sistema tributário brasileiro e a governança global da tributação de empresas multinacionais vem sendo criticadas como uma espécie de "Robin Hood às avessas", retirando dinheiro dos mais pobres em benefício dos mais ricos. O Brasil oferece um dos maiores exemplos globais de distorção tributária em relação às empresas: no país, enquanto os salários e o consumo são tributados (às vezes pesadamente), lucros e dividendos empresariais gozam de uma isenção praticamente sem paralelo no mundo. Dentre os maiores beneficiados desse sistema tributário injusto estão as grandes corporações e as empresas multinacionais. 


Neste encontro, debateremos as origens dos problemas relacionados à tributação de empresas multinacionais e as formas pelas quais essa questão vem sendo politizada em diversos momentos históricos, desde os anos 1970, passando pelos anos 1990 até mais recentemente, após a crise financeira de 2008. Os(as) participantes discutirão os desafios políticos e regulatórios colocados à tributação de empresas multinacionais e como a agenda tributária vem sendo dominada, no plano internacional, por discursos tecnocráticos que favorecem as corporações. Também debateremos os possíveis papeis que podem ser desempenhados pela sociedade civil organizada no enfrentamento do problema da justiça fiscal em relação às empresas multinacionais. O debate se pautará pela interdisciplinaridade, destacando elementos das relações internacionais, da economia e do direito que perpassam a justiça fiscal.


O debate ocorrerá na sala 203 da Escola Paulista de Política Economia e Negócios (EPPEN) – Campus Osasco da Unifesp, a partir de 18h. 


As vagas são limitadas à capacidade da sala (40 lugares). Para obter certificado de participação (correspondente a 2h de atividade), é necessária a inscrição prévia no site da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (http://www.unifesp.br/reitoria/proex/acoes/cursos-de-extensao-e-eventos/cursos-e-eventos).

NOVA DATA - Docente do Campus Osasco lança o livro "Território e circulação: transporte rodoviário de carga no Brasil"


domingo, 27 de maio de 2018

Unifesp suspenderá maioria das atividades acadêmicas e administrativas na próxima segunda feira dia 28/05




Suspensão de atividades - 28/05/2018 - Campus Osasco


À comunidade da Unifesp informamos que em razão das instabilidades e incertezas relacionadas à greve nacional de caminhoneiros, a qual está afetando o deslocamento das pessoas e os nossos serviços, serão suspensas na próxima 2a feira as atividades acadêmicas e administrativas nos campi de São José dos Campos, Guarulhos, Osasco e Baixada Santista devido às realidades locais que foram se agravando nos últimos dias, inviabilizando a manutenção das atividades. 


Os campi Diadema, São Paulo e também a Reitoria pretendem manter em funcionamento as atividades. Neste sentido solicitamos que haja compreensão quanto a eventuais faltas, atrasos, dificuldades nos serviços bem como solicitamos que atividades avaliativas de estudantes não sejam aplicadas pelos(as) docentes. A decisão sobre eventos previstos e que tiverem que ser cancelados serão informadas pelos(as) organizadores(as). 


Acompanharemos os acontecimentos e informaremos oportunamente os encaminhamentos para o dia seguinte, por meio do nosso site e e-mails institucionais.
Reitoria Unifesp
27/05/2018


quinta-feira, 24 de maio de 2018

ORCID: Lançado consórcio para assinatura de identificador digital de pesquisadores




“Entre uma vez, use sempre”. Este é o lema utilizado pelo diretor de Programas e Bolsas no País da CAPES, Geraldo Nunes Sobrinho, para explicar a funcionalidade do ORCID, um identificador digital persistente que permitirá a conexão de pesquisadores às suas afiliações e atividades por meio da integração com editoras, agências de financiamento e bases de dados.


Após o lançamento do consórcio fruto de parceria entre a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ), o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), a Scientific Electronic Library Online (SciELO) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP), que aconteceu nesta terça-feira, 22, esta ferramenta poderá ser usufruída pelas instituições brasileiras.


O diretor explicou que o uso da ferramenta trará racionalidade ao uso das bases de dados existentes e posicionará a pesquisa brasileira globalmente. “ Esse é o ponto de partida das ações que o Brasil precisa tomar em relação a sua integração internacional. Esse consórcio nos levará a internacionalizar os nossos pesquisadores, nossas informações, além de garantir que os dados passem por um processo de curadoria que respalde e permita o rastreamento de sua origem”, completou.




VEJAM TAMBÉM:



quinta-feira, 17 de maio de 2018

Inteligência artificial dará uma boa assistente de gestão

Está aí a Operação Ziggy Stardus para não nos deixar mentir


Cezar Taurion e Evandro Barros



Era por volta de umas 7:30 da manhã quando o CEO entrou em sua sala ainda atordoado do trânsito intenso que pegara. Enquanto colocava suas coisas na mesa, TVs e monitores eram acionados automaticamente preparando o ambiente e os dados da empresa para mais um dia de trabalho.


Enquanto isso, seu assistente de gestão, uma Inteligência Artificial capaz de estar em cada canto da empresa, o saudava com um bom dia e o fazia perguntas sobre como ou por onde ele gostaria de iniciar.


Com este sistema de IA era possível ver todas as faces da empresa e se preparar para os mais diversos cenários graças a sua eficiente capacidade de predição. Documentos, e-mails, informações financeiras e gestão de projetos estavam interligados em um único ponto, automatizando tarefas que antes consumiam tempo e valor de uma equipe muito maior.


Pela primeira vez o CEO possuía métricas com ação proativa, e se sentia como um piloto de uma grande aeronave: a sua empresa.


De repente algo piscou na tela. Era um alerta sobre um dado que merecia atenção. Talvez um projeto em atraso ou um colaborador chave cujo comportamento indicava uma probabilidade maior que a média em deixar a companhia.


Hora de entrar em ação, iniciando o dia.


Não, este texto não é fruto de um livro de ficção científica e nem mesmo deve ser tratado como algo futurista. É parte da proposta de um projeto conhecido como Operação Ziggy Stardust (sim ele mesmo, o personagem inventado por David Bowie) iniciado este ano dentro da DATA H, startup de Inteligência Artificial cujo o objetivo é experimentar na “própria carne” como a IA pode lidar com o dia a dia de uma empresa.


Vejam o artigo na íntegra aqui . 

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Lançamento do livro "Contabilidade Geral: fundamentos e prática do raciocínio contábil"




O Professor Antonio Saporito do nosso Curso de Ciências Contábeis convida a todos para o lançamento do livro "Contabilidade Geral: fundamentos e prática do raciocínio contábil" pela Editora Intersaberes. A ideia do livro é contribuir com os estudantes e profissionais que necessitam iniciar-se na área contábil, priorizando uma comunicação simples, objetiva e respaldada em considerável número de exercícios e estudos de caso.

segunda-feira, 7 de maio de 2018

sexta-feira, 4 de maio de 2018

TCU divulga dados inéditos sobre governança na administração pública federal

Levantamento realizado em 488 organizações, relatado pelo ministro Bruno Dantas, aponta baixo nível de maturidade na governança de mais da metade das instituições analisadas




O Tribunal de Contas da União (TCU) divulgou nesta quarta-feira (25) os dados do levantamento feito em 2017 para obter e sistematizar informações sobre a situação de governança pública e gestão em organizações federais, de maneira a identificar os pontos mais vulneráveis e induzir melhorias nessas áreas.


Pela primeira vez, o Tribunal torna públicas as informações sobre cada instituição, com gráficos detalhados, que desdobram os contextos da análise. Cada uma delas também recebeu um relatório de feedback por área, comparando-a com o seu setor de atuação e com o estado geral da administração pública federal. Dessa forma, o TCU fornece instrumentos tanto para a sociedade quanto para a organização se planejar para melhorar seu nível de governança.


O trabalho do TCU foi realizado em duas etapas. Na primeira, houve a integração dos questionários referentes aos quatro levantamentos realizados anteriormente pelo Tribunal em gestão em tecnologia da informação (TI), contratações, gestão de pessoas e resultados. Na segunda fase, 524 organizações federais responderam a um questionário integrado, sendo 488 respostas válidas.


Vejam a matéria na íntegra aqui . 

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Professores da UNIFESP de Osasco lançam Livro: "Compreensão da Realidade Brasileira"





Professores da UNIFESP publicam o Livro: "Compreensão da Realidade Brasileira", organizado pelo professor do Departamento Multidisciplinar da UNIFESP-Osasco : Marcello Simão Branco. 


Este livro congrega 10 textos de historiadores, economistas, geógrafos e cientistas políticos, que ministram ou colaboraram com a Unidade curricular de mesmo nome, presente em, praticamente, todos os cursos do campus Osasco da UNIFESP.


O livro é apresentado no site da Editora Alameda da seguinte maneira: "Compreensão da Realidade Brasileira vem a se somar aos muitos esforços no sentido de melhor entender os problemas e perspectivas do país neste século XXI. Sem a pretensão de apresentar respostas definitivas procura, ao invés, a partir de uma perspectiva multidisciplinar, estimular novas indagações sobre a nossa realidade e suas contradições. Reúne textos de historiadores, economistas e cientistas políticos que, apesar de suas formações específicas, compartilham do interesse e pesquisa sobre os diferentes e vários problemas sobre a realidade brasileira, na esperança de nos tornarmos um país mais justo, igualitário e desenvolvido."