quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Microsoft e Intel se unem para criar 1º serviço de blockchain corporativo

Empresas criarão uma nova estrutura de trabalho voltada para o segmento corporativo — chamada Coco Framework






A Microsoft anunciou uma nova estrutura de trabalho para incentivar as empresas a adotarem a tecnologia blockchain para privacidade e segurança corporativa. Paralelamente ao anúncio, ela nomeou a Intel como a principal parceira de hardware e software do projeto. Como parte dessa colaboração, Microsoft, Intel e outras fornecedoras de tecnologia blockchain criarão uma nova estrutura de trabalho voltada para o segmento corporativo — chamada Coco Framework — que integra a tecnologia Intel Software Guard Extensions (Intel SGX) para fornecer velocidade, escala e confidencialidade dos dados nas transações empresariais.


O objetivo é acelerar a adesão das empresas à tecnologia blockchain, permitindo que os desenvolvedores criem aplicativos empresariais flexíveis e mais seguros, que possam ser facilmente gerenciados pelas empresas.


Blockchain é um sistema de manutenção de registros digitais onde as transações são executadas, validadas e gravadas de forma cronológica e pública. Por ser descentralizado e transparente, ele aumenta a eficiência e a segurança de operações financeiras — e faz isso com um custo significativamente menor do que os registros tradicionais. A tecnologia pode ser usada para tudo, de simples compartilhamentos de arquivos à processamento de pagamentos globais e possui o potencial para transformar a maneira como as empresas operam.


Intel, Microsoft e outras empresas alinhadas à tecnologia estão trabalhando juntos para fornecer segurança melhorada e capacidades escaláveis em serviços blockchain. O Coco Framework usa a Intel SGX para adicionar novos níveis de privacidade e confidencialidade para transações blockchain.


Vejam a matéria na íntegra aqui . 


MATÉRIA RELACIONADA:


Amazon faz “Book Friday” e oferece descontos de até 90%

Descontos podem ser encontrados a partir das 12h desta quinta-feira (17)





Por Mariana d'Ávila 17 ago, 2017 13h41


A Amazon vai realizar, a partir desta quinta-feira (17) às 12h, a terceira edição da Book Friday, oferecendo diversos livros, eBooks e Kindles com desconto em sua plataforma. 


Até sexta-feira (18) às 23h59, usuários poderão encontrar mais de 35 mil livros (impressos e digitais) com desconto de até 80%, assim como novas seleções de eBooks a cada seis horas, com 90% off. 


Os e-readers Kindle e Kindle Paperwhite também estarão com desconto, de R$ 80. De acordo com a empresa, clientes que adquirirem os dispositivos poderão assinar o programa Kindle Unlimited, de leitura ilimitada de títulos, por R$ 1,99 durante três meses - um desconto de 90%.


Além disso, pela primeira vez a Book Friday contará com ofertas de terceiros, como sebos e outras livrarias que vendem na Amazon.com. Dentre os destaques estão 150 títulos raros da editora Cosac Naify e milhares de livros com descontos de até 80% de vendedores selecionados.


FONTE: Infomoney 

Governo vai zerar impostos de equipamentos e 5 setores serão beneficiados

A partir desta quinta-feira (17), as alíquotas de impostos de importação de 4.903 máquinas serão zeradas




O Governo vai zerar as alíquotas de impostos de importação de 4.903 máquinas industriais produzidas fora do Brasil, ante 2% que era cobrado. A redução vai beneficiar os setores de bens de capital, médico hospitalar, autopeças, alimentício, eletroeletrônico e embalagem. 


A proposta da Câmara do Comércio Exterior (Camex) foi aprovada em julho e nesta quinta-feira (17) a medida passa a valer. A informação foi publicada pela Camex no Diário Oficial da União (DOU). 


O ministro de Indústria, Comércio Exterior e Serviços Marcos Pereira afirma que a medida deve estimular investimentos de US$ 3,1 bilhões.


Vejam a matéria completa aqui . 

O fator China

Economia chinesa compõe quadro internacional favorável ao Brasil, mas ainda se debate se o gigante asiático pode vir a sofrer solavancos no seu processo de transição de modelo econômico.






O ambiente externo extremamente favorável ao Brasil, que vem dilatando o prazo para que o País se ajuste, está baseado num conjunto de fatores: normalização monetária vagarosa e serena nos Estados Unidos; recuperação da Europa e do Japão; e uma transição de modelo com “pouso suave” na China. 


Este último fator vem despertando algumas dúvidas. Dois artigos recentes de dois economistas de renome internacional, com visões contrárias, ilustram bem o atual debate sobre a China. 


Barry Eichengreen, a propósito de comentar os 20 anos desde a crise asiática, escreve que “a China agora está no mesmo ponto que seus vizinhos do Sudeste asiáticos há 20 anos – ela já não se adapta mais ao seu modelo histórico de crescimento”.


Vejam a análise completa aqui .

Rombo gigante anula esforço fiscal de 15 anos

De 1999 a 2013, País acumulou superávit de R$ 801,6 bi; agora, déficit que começou há quatro anos vai a R$ 818,6 bi em 2020





Confirmadas as novas metas fiscais anunciadas pela equipe econômica, o Brasil vai somar déficits que acabarão anulando todo o esforço fiscal acumulado desde o início da adoção das metas de superávit primário, em 1999 pelo governo Fernando Henrique Cardoso. O novo cenário do governo indica que as contas públicas seguirão no vermelho até, pelo menos, o início da próxima década. 


De 1999 a 2013, o Brasil acumulou sequência de 15 anos consecutivos de superávit primário. Nesse período, o País somou R$ 801,6 bilhões, segundo dados do Banco Central. Nessa década e meia de contas no azul, o governo central – conjunto do governo federal, Previdência Social e Banco Central – fechou todos os anos no azul mesmo com o crescente rombo do sistema previdenciário. 


No ano da reeleição da presidente Dilma Rousseff, porém, o sinal das cifras foi invertido e entre 2014 e 2016 o Brasil acumulou três anos de contas no vermelho com déficit acumulado de R$ 296,6 bilhões. Com a previsão anunciada na terça-feira, o saldo negativo que começou há quatro anos terá alcançado R$ 818,6 bilhões em 2020.


Mais de 2 mil prefeituras estão fora da lei

Estudo da Firjan mostra que municípios descumpriram LRF e deixaram um rombo de R$ 6,3 bilhões para os novos prefeitos






Os municípios brasileiros viraram o retrato da deterioração das finanças públicas do Brasil. Sem dinheiro em caixa, seja por causa da recessão que derrubou a arrecadação nacional ou por boa dose de má gestão, mais de duas mil prefeituras estão fora da lei, segundo estudo da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).


Entre esses municípios, 937 deixaram de apresentar o balanço anual à Secretaria do Tesouro Nacional (STN), 575 estouraram o limite de gastos com pessoal no ano passado e outros 715 deixaram um rombo de R$ 6,3 bilhões de restos a pagar para a nova gestão municipal - medida que pode resultar até na prisão dos ex-prefeitos.


"Estamos vendo uma bomba prestes a explodir", afirma o economista-chefe do Sistema Firjan, Guilherme Mercês, responsável pelo Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), divulgado pela federação desde 2006.


O índice do ano passado teve uma ligeira melhora em relação a 2015, mas esse dado não é resultado de uma recuperação das prefeituras. Mercês conta que os indicadores das cidades foram influenciados pela entrada de recursos da repatriação feita no ano passado. Não fosse por esse instrumento, os municípios teriam ficado com uma nota ainda pior.


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Estados maquiam rombo da Previdência e declaram R$ 30 bi a menos

Governos informaram ao Tesouro déficit de R$ 55 bi em 2016, mas a União detectou que o rombo é de R$ 84,4 bi



Os Estados declararam no ano passado um rombo R$ 30 bilhões menor na Previdência do que o apurado pelo Tesouro Nacional. O boletim anual que vai ser divulgado hoje e foi antecipado ao ‘Estadão/Broadcast’ mostra que os governos regionais informaram déficit de R$ 55 bilhões com o pagamento de aposentadorias e pensões, mas o Tesouro detectou que o rombo é de R$ 84,4 bilhões. A prática é condenada pelo Tribunal de Contas da União (TCU).


Embora usem uma contabilidade diferente, os Estados referendaram os cálculos do Tesouro. A União faz um acompanhamento anual das contas estaduais para a renegociação de dívida. E, dentro desse programa de acompanhamento, os Estados admitiram que há diferenças nas informações. “Há diferenças de apuração e precisamos trabalhar juntos pela convergência”, diz a secretária do Tesouro, Ana Paula Vescovi. “Temos de estar na mesma página do ponto de vista contábil.”


Vejam a matéria na íntegra aqui . 

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Governo eleva rombo fiscal, corta cargos e limita salários; veja as medidas anunciadas

O anúncio foi feito em conjunto pelos ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira





O governo anunciou nesta terça-feira (15) que a nova meta fiscal será de um déficit de R$ 159 bilhões para este e para o próximo ano. O anúncio foi feito em conjunto pelos ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira. Foram anunciadas também outras medidas fiscais, que afetam principalmente o funcionalismo público.


Para 2019, a projeção é de déficit de R$ 139 bilhões e para 2020 ficou em R$ 65 bilhões. A meta anterior era de déficit de R$ 139 bilhões para este ano e de R$ 129 bilhões para 2018. Após dois adiamentos, o ministério da Fazenda disse mais cedo que o anúncio seria feito na quarta às 10h, porém, no fim do dia a assessoria mudou a coletiva para hoje às 18h, mas o evento só teve início mesmo às 19h30.


Pelas novas contas, o déficit consolidado do governo geral passou para R$ 163 bilhões, já incluindo estatais e municípios. Já o total da receita primária caiu para R$ 42 bilhões em relação ao projetado na Lei Orçamentária, reflexo da queda da inflação e da projeção menor da repatriação, menor expectativa do Refis, entre outros efeitos.


Vejam a matéria na íntegra aqui . 

S&P divulga novo método para concessão de ratings nacional e regional do Brasil

Os chamados "mapping tables" são guias de como as escalas nacionais e regionais da S&P correspondem à escala global de ratings 



A agência Standard & Poor's divulgou nesta segunda-feira, 14, que revisou o método para concessão de ratings em escala nacional e regional do Brasil. Os novos critérios não têm impacto no rating global brasileiro, que, segundo a empresa de classificação de riscos, é BB com observação para possível rebaixamento.



Os chamados "mapping tables" são guias de como as escalas nacionais e regionais da S&P correspondem à escala global de ratings. De acordo com a empresa, a revisão representa uma "significante recalibração" da escala nacional de ratings.


Leia mais aqui . 

S&P fala em economia estabilizada, tira Brasil de observação negativa e mantém rating

A agência manteve o País em perspectiva negativa, mantendo assim o rating em "BB", ainda duas notas abaixo do grau de investimento




Logo após o governo anunciar a mudança da meta fiscal para 2017 e 2018, a agência de classificação de risco Standard & Poor’s anunciou que retirou a nota de risco soberano do Brasil do status de Credit Watch negativo (observação negativa). 


Apesar disso, a agência manteve o País em perspectiva negativa, mantendo assim o rating em "BB", ainda duas notas abaixo do grau de investimento. Isto tira o risco de um rebaixamento no curto prazo, mas mantém o Brasil ainda em "perigo" no médio e longo prazo.


terça-feira, 15 de agosto de 2017

Magazine Luiza usa Tinder pra ampliar vendas e tem alta de 2000%

Lu não é como as outras garotas no Tinder. Para começar, ela é um avatar. Mesmo assim, 12 horas depois de ter entrado no aplicativo, no Dia dos Namorados, a morena bonita, embora um tanto rígida, já contava com mais de 150 mil ma... - Veja mais em https://economia.uol.com.br/noticias/bloomberg/2017/08/14/magazine-luiza-usa-tinder-pra-ampliar-vendas-e-tem-alta-de-2000.htm?cmpid=copiaecola

Lu não é como as outras garotas no Tinder. Para começar, ela é um avatar. Mesmo assim, 12 horas depois de ter entrado no aplicativo, no Dia dos Namorados, a morena bonita, embora um tanto rígida, já contava com mais de 150 mil ma... - Veja mais em https://economia.uol.com.br/noticias/bloomberg/2017/08/14/magazine-luiza-usa-tinder-pra-ampliar-vendas-e-tem-alta-de-2000.htm?cmpid=copiaecola

Lu não é como as outras garotas no Tinder. Para começar, ela é um avatar. 


Mesmo assim, 12 horas depois de ter entrado no aplicativo, no Dia dos Namorados, a morena bonita, embora um tanto rígida, já contava com mais de 150 mil matches. Seus admiradores, tanto homens como mulheres, não estavam em busca de uma companhia, mas sim de descontos na compra de geladeiras e aparelhos de TV. 


Observadores do mundo desenvolvido podem se sentir tentados a desconsiderar Lu, a criação da varejista brasileira Magazine Luiza, como mais um truque publicitário da era digital. Mas estariam deixando de compreender o verdadeiro objetivo. No Brasil, Lu se tornou uma espécie de pioneira, uma ponte improvável entre uma base de consumidores desconfiados e varejistas online que têm tido dificuldades para ganhar força na maior economia da América Latina.


Vejam a matéria completa aqui .

Lu não é como as outras garotas no Tinder. Para começar, ela é um avatar. Mesmo assim, 12 horas depois de ter entrado no aplicativo, no Dia dos Namorados, a morena bonita, embora um tanto rígida, já contava com mais de 150 mil ma... - Veja mais em https://economia.uol.com.br/noticias/bloomberg/2017/08/14/magazine-luiza-usa-tinder-pra-ampliar-vendas-e-tem-alta-de-2000.htm?cmpid=copiaecola
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Lu não é como as outras garotas no Tinder. Para começar, ela é um avatar. Mesmo assim, 12 horas depois de ter entrado no aplicativo, no Dia dos Namorados, a morena bonita, embora um tanto rígida, já contava com mais de 150 mil ma... - Veja mais em https://economia.uol.com.br/noticias/bloomberg/2017/08/14/magazine-luiza-usa-tinder-pra-ampliar-vendas-e-tem-alta-de-2000.htm?cmpid=copiaecola
Lu não é como as outras garotas no Tinder. Para começar, ela é um avatar. Mesmo assim, 12 horas depois de ter entrado no aplicativo, no Dia dos Namorados, a morena bonita, embora um tanto rígida, já contava com mais de 150 mil ma... - Veja mais em https://economia.uol.com.br/noticias/bloomberg/2017/08/14/magazine-luiza-usa-tinder-pra-ampliar-vendas-e-tem-alta-de-2000.htm?cmpid=copiaecola

O Guia Completo das Ferramentas de Pesquisa




Atualmente muitas ferramentas da web estão disponíveis aos autores, pesquisadores e estudantes. Em um contexto científico, tais ferramentas de pesquisa podem ser utilizadas para buscar informação, comunicar, colaborar, organizar, divulgar e mensurar a produção de pesquisa de forma eficaz.


As ferramentas de pesquisas ajudam na produção de um trabalho científico. Elas tornam as tarefas mais produtivas e menos manuais. Ao automatizá-las você tornar melhor sua experiência como pesquisador.


A questão é: quanto custam essas ferramentas de pesquisa? A boa notícia é que várias delas são gratuitas, e outras oferecem planos bastante acessíveis e funcionalidades avançadas.


Neste artigo, indicamos a você diversas ferramentas de pesquisa que auxiliam no fluxo de atividades do pesquisador relacionadas à gestão dessas atividades.



segunda-feira, 14 de agosto de 2017

70 anos de ódio entre Índia e Paquistão





Foi uma divisão violenta. Cerca de 1 milhão de pessoas morreram em consequência dela, e milhões foram deslocadas e afastadas de suas regiões de origem. O subcontinente indiano, que era o lar de gente de várias confissões, foi dividido e mutilado. Uma nação foi extraída à força dele, com base na religião, na alteridade e na desconfiança.


Ela foi chamada Paquistão. As dores do parto, as graves lesões corporais, o sofrimento físico e emocional nunca deixaram a antiga colônia britânica. Em 2017, quando Índia e Paquistão celebram o 70º aniversário de sua independência, os sentimentos de divisão e separação continuam intactos, exatamente como eram na meia-noite de 14 de agosto de 1947.


Os primeiros meses da partição deram o tom para o futuro das relações. Índia e Paquistão se envolveram num conflito territorial em torno da região da Caxemira, com os conselheiros do fundador do Paquistão, Muhammad Ali Jinnah, enviando um grupo de guerreiros tribais para "libertar" a Caxemira do domínio de um marajá hindu.


Em resposta, a Índia enviou suas tropas para a área, ocupando a maior parte do território, enquanto o Paquistão assumia o controle do resto. Desde então, os dois países já se envolveram em três guerras por causa da Caxemira, e o conflito continua sendo o maior impedimento para se chegar a relações bilaterais cordiais. Com o apoio do Paquistão a grupos separatistas islâmicos na Caxemira, uma disputa de tom secular e étnico se transformou numa batalha disputada ao longo de linhas confessionais.


Leia mais aqui . 

CNPq cria modalidade de Doutorado Acadêmico Industrial



Uma iniciativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Universidade Federal do ABC (UFABC) vai favorecer estudantes que queiram desenvolver projetos de interesse do setor industrial: trata-se do Doutorado Acadêmico Industrial.


O Doutorado Acadêmico industrial é uma modalidade de ingresso nos cursos de doutorado existentes na UFABC. Nestes, os alunos desenvolverão suas pesquisas concomitantemente em laboratórios e centros de pesquisa de empresas e indústrias privadas ou públicas.


A proposta é que o doutorando precisa, além de produção científica e defesa da tese, gerar no final um produto que possa ser aplicado no setor produtivo. Nas atividades de pré-doutorado um projeto deverá ser elaborado em colaboração com o setor industrial.


O aluno será matriculado em um dos programas de pós-graduação da UFABC, onde desenvolverá sua tese como aluno regular desse programa, tendo sua orientação compartilhada entre um orientador acadêmico e um supervisor industrial.


Ao concluir o doutorado, o diploma gerado é idêntico ao dos alunos ingressantes pelos processos seletivos regulares dos programas de pós-graduação da universidade.


A ação foi iniciada em agosto de 2013, como um projeto piloto fruto de cooperação entre o CNPq e a UFABC, única universidade brasileira que desenvolve um programa de pós-graduação com essas características.


Coordenação de Comunicação do CNPq

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Saraiva agora te permite ler livros digitais diretamente pelo browser

Empresa lançou nesta semana um leitor on-line da sua plataforma de e-books Lev. Com isso, usuário não precisa mais baixar aplicativo no desktop.





A Saraiva anunciou nesta semana o lançamento de uma versão on-line da sua plataforma de livros digitais Lev, que dá nome aos e-readers e apps da rede de livrarias. 


Com a novidade, os usuários podem acessar todo o acervo digital da Saraiva diretamente pelo navegador do computador, sem precisar baixar os aplicativos da plataforma. 


“Nosso objetivo é proporcionar a melhor experiência de leitura, independentemente do formato escolhido e da plataforma utilizada”, afirma o diretor de e-commerce da Saraiva, Adriano Tavolassi.


Como usar


Para utilizar o novo leitor online Lev, é preciso acessar o site ler-online.saraiva.com.br pelo desktop e então entrar com os dados de login e senha da sua conta na Saraiva. 


No geral, a plataforma de livros digitais da Saraiva conta com mais de 600 mil títulos.


FONTEIdgnow