segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Bancos se unem a projeto da IBM para criar plataforma de blockchain de comércio exterior

Plataforma vai concentrar operações de trade finance (financiamento à exportação e importação) em todos os modos de comércio, quer os bens sejam transportados por via aérea, terrestre ou marítima



O Bank of Montreal (BMO), CaixaBank, Commerzbank e o Erste Group aderiram ao projeto lançado em 2016 pelo banco suíço UBS e IBM para construir uma plataforma de comércio exterior global baseada na tecnologia de blockchain. Denominada Batavia, a plataforma será construída para ser acessada abertamente por instituições de todos os tamanhos, em qualquer lugar do mundo, e concentrar operações de trade finance (financiamento à exportação e importação) em todos os modos de comércio, quer os bens sejam transportados por via aérea, terrestre ou marítima.


A Batavia é resultado do trabalho iniciado pela UBS e pela IBM para desenvolver uma plataforma de trade finance construída por meio da IBM Blockchain Platform, com o framework Hyperlocker Fabric Blockchain. O trabalho de desenvolvimento está sendo realizado em colaboração entre os cinco bancos e a IBM, e por meio de consulta a especialistas do setor de transportes, bem como as clientes dos bancos, para garantir que ela seja flexível e intuitiva e possa ser comercializada.


A previsão é que um teste piloto da Batavia com clientes seja realizado no início de 2018. Projetada para suportar transações mais eficientes, transparentes e econômicas, a plataforma, segundo as empresas, ajudará as organizações a construir redes de negociação transfronteiriças multi-party em todo o mundo. A Batavia permitirá que as partes envolvidas na transação acompanhem, por exemplo, o progresso da remessa de um produto a partir do momento em que sai do armazém e é embarcado em um avião, caminhão ou barco e chega à porta do cliente, liberando automaticamente os pagamentos de forma incremental ao longo de cada etapa do processo.


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terça-feira, 10 de outubro de 2017

Brasil tem 54 milhões de pessoas com 50 anos ou mais; 47% trabalham, traz pesquisa



O instituto de pesquisa Locomotiva, presidido por Renato Meirelles, ex-Data Popular, divulga nesta terça-feira (10) estudo inédito sobre comportamento dos brasileiros com 50 anos ou mais, abordando questões como demografia, mercado de trabalho e renda, consumo, utilização de tecnologias, expectativas sobre o futuro, entre outras.


Atualmente o Brasil tem 54 milhões de pessoas com 50 anos ou mais, que movimentam R$ 1,6 trilhão por ano. Os brasileiros nessa faixa etária, por exemplo, são superiores em número à toda população da Espanha e representam o dobro dos australianos. Até 2045, a estimativa é que a população brasileira com 50 anos ou mais suba para 93 milhões de pessoas.


Segundo Renato Meirelles, presidente do instituto Locomotiva, os resultados da pesquisa, que ouviu 1.650 pessoas em todo o país no fim de agosto, chamam atenção para um mercado que só tende a crescer.


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segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Como a cultura das startups pode apresentar o Brasil à quarta revolução industrial

A indústria 4.0 avança pelo mundo e desperta a necessidade de atualização das grandes empresas do país, que enfim abrem espaço para a inovação que as startups podem oferecer 



Pintou um clima em plena crise econômica e política. Os interessados admitiram sonhos em comum. O desdém de outros tempos virou um encanto inicial, que esquentou e "deu match”. O relacionamento dá pinta que deve ser sério, já que a busca por resultados é intensa. Depois de muitos olhares atravessados, indústrias do país e startups dão os primeiros passos para um futuro juntos. A principal meta é clara: desenvolver soluções tecnológicas inovadoras para a manufatura que acelerem a caminhada do parque industrial brasileiro rumo à quarta revolução do setor. 


Para esse “match” sair, foram as startups a parte que mais suou a camisa, que cortejou com afinco o futuro parceiro, mesmo após os anos de gelo reservados pelos gigantes da indústria àquelas empresas pequenas e recém-criadas. “Dois anos atrás, quando começamos, era muito difícil. A gente até evitava se apresentar como startup. Todo dia eu pensava em fechar a empresa”, relembra Diego Mariano, 29, fundador da BirminD, criada em Sorocaba (99 km a oeste de São Paulo).


Mas a crise econômica, os avanços tecnológicos e a forte concorrência internacional mudaram a indústria - ou ao menos o que os donos do setor viam como alternativa para sobreviverem. A necessidade bateu à porta, e foi preciso correr atrás de modernização. Iniciativas públicas e privadas que aproximaram aos dois lados são comparadas ao Tinder, um dos mais concorridos aplicativos de paquera. “O cenário se inverteu. Antes, oferecíamos soluções de graça e não tínhamos aceitação. Hoje as empresas nos procuram”, afirma Bruno Belanda, 30, fundador da Intelup, startup de Piracicaba (160 km a noroeste de São Paulo). “Em pouco tempo, surgiu um ecossistema vibrante de incubação e aceleração de startups”, completa Antonio Rossini, 34, fundador da Nexxto, de São Paulo.


segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Governo integra Portal Brasileiro de Dados Abertos ao sistema da Ouvidoria Geral da União

Com a nova funcionalidade o cidadão poderá avaliar se os conjuntos de dados consultados atendem ou não às suas expectativas


Já está disponível a integração do Portal Brasileiro de Dados Abertos com o sistema de Ouvidoria Geral da União, o e-Ouv. Uma nova funcionalidade disponibilizada pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MP) e o Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU), que permitirá às ouvidorias a produção de informações atualizadas sobre o desempenho das políticas públicas e a qualidade dos serviços prestados.


Para todos os conjuntos de dados publicados por um órgão público federal integrado ao e-Ouv, haverá uma pergunta se os dados referentes a solicitação atendem às expectativas do cidadão e/ou a de quem está consultando. Em caso de resposta negativa, será perguntado qual o motivo do não atendimento. Por exemplo, se o dado não está disponível, se está desatualizado, etc. Posteriormente, o órgão receberá a solicitação, ficando sobre sua responsabilidade, retornar com a resposta. 


Após a abordagem inicial, é dada a oportunidade ao cidadão que está consultando os dados, opinar, reclamar, informar sobre um problema encontrado e, opcionalmente, se identificar para receber por e-mail o acompanhamento do tratamento de sua solicitação. Uma vez enviada, a solicitação cai automaticamente no sistema de ouvidorias – o e-Ouv, sendo encaminhada ao órgão responsável. A partir daí, segue os processos e prazos já definidos para as manifestações da ouvidoria.


Segundo o Secretário de Tecnologia da Informação e Comunicação do MP, Marcelo Pagotti, "a parceria entre o ministério e a CGU pretende promover a transparência, otimizar a oferta dos dados abertos governamentais e, por consequência, incentivar o exercício da cidadania e a melhoria contínua dos serviços públicos prestados".


Estão disponíveis mais de três mil conjuntos de dados para uso e reúso pela sociedade no Portal dados.gov.br. Se o órgão estiver integrado ao e-Ouv, os conjuntos de dados consultados podem receber manifestações que possibilitam ajudar na oferta dos dados das instituições.


O portal dados.gov.br é o ponto central para a busca, o acesso aos dados públicos brasileiros. Um serviço simplificado que organiza e padroniza o acesso aos dados públicos, primando pelo reúso dos dados e o uso de tecnologias modernas. Já o sistema e-Ouv é uma ferramenta que funciona de forma integrada, permitindo encaminhar sugestões, elogios, solicitações, reclamações e denúncias à CGU e aos demais órgãos que utilizam o sistema.


A tecnologia e as transformações no setor financeiro

Fintechs e contas virtuais desafiam os serviços tradicionais, que precisam de versatilidade para sobreviver a este processo




Resultado de iniciativas do Governo para incrementar a concessão de crédito, a Medida Provisória n.º 775 foi recentemente convertida pelo Congresso Nacional na Lei n.º 13.476/2017. Tratando de questões pontuais com vistas à diminuição do spread bancário (um dos maiores do mundo), as regras aprovadas viabilizaram a expansão do título de crédito digital, além de vislumbrarem a criação de entidades registradoras/ centrais autorizadas, para dar publicidade a gravames oferecidos nas contratações de financiamentos.


Em termos práticos, as informações atualizadas a serem mantidas pelas registradoras, fomentarão transparência/segurança nas operações de crédito. Por tal motivo, havendo a provável redução dos custos com riscos, espera-se o impulso no crescimento de sua oferta. Segundo consta do texto legal, regulamentação posterior traçará as condições e requisitos dos registros. 


Também com o objetivo de informar sobre a inadimplência, o protesto por indicação de duplicatas digitais, por exemplo, já era possível (Lei 9.492/97). A execução judicial destes títulos, igualmente, contava com o amparo jurisprudencial, quando a prova da liquidez era complementada pela apresentação do boleto e do comprovante de entrega da mercadoria.


Tais medidas, contudo, não se mostravam bastantes para impedir a ocorrência de fraudes, pela apresentação do mesmo título (digital ou físico) como garantia a mais de uma instituição de crédito. Daí a relevância da sistemática criada pela MP 775.


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segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Dívida pública federal fecha agosto em R$ 3,404 trilhões, alta de 1,87% ante julho

Segundo o Tesouro Nacional, variação é resultado de uma emissão líquida de R$ 33 bilhões no mês, mais a correção de juros de R$ 29,61 bilhões em agosto



O estoque da dívida pública federal (DPF) subiu 1,87% em agosto, quando atingiu R$ 3,404 trilhões. Os dados foram divulgados pelo Tesouro Nacional. Em julho, o estoque estava em R$ 3,341 trilhões. 


A variação é resultado de uma emissão líquida de R$ 33 bilhões no mês, mais a correção de juros de R$ 29,61 bilhões em agosto. 


A DPF inclui a dívida interna e externa. A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) subiu 1,91% e fechou o mês passado em R$ 3,286 trilhões.


Já a Dívida Pública Federal externa (DPFe) ficou 1,00% maior, somando R$ 117,57 bilhões no oitavo mês do ano.


quinta-feira, 21 de setembro de 2017

O Center for Open Science, alternativa para a Elsevier, anuncia novo serviço de preprints




O ano passado foi um período importante para o acesso aberto impulsionado por preprints. A Elsevier realizou duas grandes aquisições, a SSRN com suas redes de pesquisas editadas e bepress com seu serviço de repositório institucional da Digital Commons. A empresa irmã da Springer Nature, a Digital Science, também trabalhou para desenvolver sua presença, expandindo o figshare não apenas como um repositório de dados, mas como uma solução institucional completa e, mais recentemente, melhorando seu suporte para preprints. À medida que os fornecedores comerciais compram e constroem o caminho em direção ao repositório institucional e o mercado de preprints, o Center for Open Science (COS), entidade sem fins lucrativos, está oferecendo uma alternativa, expandindo o que chamam de serviços de preprintsimpulsionados através de sua plataforma. Em 29 de agosto de 2017, o COS anunciou1 a disponibilidade de seis novos serviços, incluindo um repositório nacional para a Indonésia e uma variedade de novos serviços multidisciplinares. Embora atualmente relativamente pequeno em escala, o COS está construindo uma plataforma para a comunidade de pesquisa que é controlada por uma entidade sem fins lucrativos e, portanto, apresenta uma alternativa interessante e potencialmente poderosa.


COS


O Center for Open Science (COS) se caracteriza como “uma start-up de tecnologia sem fins lucrativos fundada em 2013 com a missão de aumentar a abertura, a integridade e a reprodutibilidade da pesquisa científica”. O conselho é composto por cientistas e cientistas sociais de diversas e interessantes afiliações institucionais, mais notavelmente talvez, a National Academy of Science. Seu plano estratégico está disponível2 para que todos possam revisá-lo.


Trata-se de um plano notadamente transparente em relação a finanças e patrocinadores. Seu maior patrocinador todos os anos foi a Fundação Laura e John Arnold, mas também recebeu financiamento da Sloan, Templeton, IMLS, NSF, NIH, Hewlett, DARPA e outros.


Falei recentemente com Brian Nosek, Diretor Executivo do COS, sobre suas mais recentes comunidades de preprints e sua direção em geral. O COS está construindo uma plataforma na qual qualquer cientista pode realizar pesquisas de forma mais aberta que poderia ser o caso. Sua plataforma permite que os pesquisadores usem os serviços que já selecionaram (como figshare, Mendeley e Dropbox), mas de uma forma que impulsiona maior interoperabilidade ao longo do ciclo de vida da pesquisa. Também está seletivamente criando serviços próprios. Como os preprints estão bem estabelecidos em algumas áreas, mas mal utilizadas em outras, segundo Nosek, faz sentido para o COS gerar o desenvolvimento de infraestrutura que irá acelerar maior compartilhamento.


Comunidades de Preprint


O COS adota a abordagem de disponibilizar sua plataforma para outras comunidades agregarem contribuições. Em sua maior parte, em vez de solicitar a comunidades específicas que adotem sua plataforma, o COS a está disponibilizando para uma variedade de comunidades que podem ter interesse em recebê-la, como sociedades acadêmicas, agências de fomento à pesquisa e iniciativas de base. Nosek aponta para esta evidência de “demanda reprimida” em comunidades tão diversas quanto as da ciência da informação e biblioteconomia, das práticas da mente e contemplativas, das ciências nutricionais e da pesquisa relacionada com o esporte e o exercício. O COS fornece a infraestrutura e cada comunidade é responsável por solicitar contribuições e atrair os pesquisadores para usar o serviço.


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Abes: Adoção do blockchain no Brasil depende da maturidade no exterior

Entidade acredita que as empresas continuarão utilizando a tecnologia na criação de aplicações transacionais no período.



Considerada uma das tecnologias mais disruptivas desde o advento da Internet, o blockchain deverá movimentar cerca de 1 trilhão de dólares somente neste ano, mais de 15 vezes o valor movimentado em 2016. E isso apenas no âmbito das criptomoedas, cujos negócios diários ultrapassam a casa de 2 bilhões de dólares, segundo estudo recente da Juniper Ressearch.
No entanto, a utilização generalizada do blockchain no Brasil não é apenas uma questão de tempo, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes). "Sua adoção não será em ritmo disruptivo; será lenta e gradual - e virá quando demonstrar sua maturidade lá fora", descreve o documento que foi distribuído ao público durante a Abes Software Conference 2017, na segunda-feira (18), em São Paulo.
Entre as iniciativas baseadas nessa tecnologia ao longo deste ano, a entidade destaca aplicações com enfoque na agilidade de validação transacional entre múltiplos atores: "Desafios regulatórios e de compliance são imensos no Brasil; benefícios devem surgir com controles contratuais, redução (compartilhamento) de riscos e geração de documentos (históricos) legais".
Eu, banqueiro
O diretor de operações da HiPay, empresa francesa de meio de pagamento, e de outros empreendimentos no mundo digital, o líbano-franco-brasileiro Abdallah Hitti é também um entusiasta do blockchain. Idealizador do primeiro banco do mundo sem agências, o Cortal (vendido ao BNP Paribas Group), criado na década de 1990, quando "nem se falava em fintech", o empresário representa 11 empresas na França de programas de segurança para pagamentos na Internet.
Em sua palestra no evento da Abes, Hitti abordou o papel das pessoas em sua relação com o dinheiro num futuro próximo, a partir da popularização das carteiras digitais: "Cada um de nós será banqueiro de si mesmo. O futuro é o instant payment".
Como exemplo da modalidade de pagamento baseada no blockchain, o empresário apresentou uma de suas mais recentes apostas tecnológicas: o Quick Bit, plataforma online de compra e venda de bitcoins, que, de olho na IoT, futuramente também pretende endereçar pagamentos realizados automaticamente entre objetos – já chamado de “Pagamento das Coisas” (PoT).
Esse é um mercado que sinaliza grande crescimento. Um levantamento recente da Frost & Sullivan estima que, apenas na América Latina, haverá cerca de 2,5 bilhões de dispositivos conectados até 2025 – ou 3,5 dispositivos por pessoa. Por sua vez, em nível global, o Gartner prevê 8,4 bilhões somente neste ano.
E os bancos, como ficam?
Aos poucos, os bancos também estão estudando formas de aproveitar o blockchain. De acordo com o estudo Infosys Finacle, que entrevistou 100 líderes empresariais e tecnológicos de 75 instituições financeiras ao redor do mundo, o investimento médio do setor em projetos de blockchain em 2017 deverá ser de cerca de 1 milhão de dólares.
"Os bancos têm por hábito esperar uma ideia dar certo. Nenhum deles vai abrir mão do blockchain. Simplesmente estão esperando o momento certo de adotar para, em seguida, trabalhar em moedas associadas ao modelo", diz Abdallah Hitti.
Em agosto, por exemplo, seis tradicionais instituições - entre elas, Barclays, Credit Suisse e HSBC - se juntaram ao UBS para criar um projeto de liquidação de dinheiro digital com blockchain, cujo sistema deve ser lançado até o fim de 2018.
Já no Brasil, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) formou um grupo de trabalho, do qual participam instituições como Banco Central, Banco do Brasil e Itaú Unibanco, para discutir os efeitos dessa tecnologia no mercado financeiro e em suas aplicações para aperfeiçoar tanto os produtos quanto os serviços bancários.
“Em serviços financeiros, a inovação é uma decisão de cada um de nós de respeitar três ‘enes’: 'Não vai dar certo', 'não vai funcionar', 'ninguém vai usar'. Quando você tem uma ideia e descobre esses três ‘enes’, é que tem algo bom dentro dela. (...) Foi assim que começou o blockchain: ninguém falava sobre isso e, agora, todo mundo está tratando do assunto”, completou Hitti.

FONTE: Idgnow . 

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Amazon lança"Kindle Week" com descontos de até 90%

Promoção vai até 24 de setembro às 23h59




A Amazon inicia, nesta segunda-feira (18), a  Kindle Week, uma semana com descontos de até 90% em eBooks e e-readers Kindle. A promoção vai até as 23h59 do dia 24 de setembro.


De acordo com a empresa, clientes poderão aproveitar promoções em e-readers Kindle e em milhares de eBooks com até 80% de desconto, além de ofertas em livros digitais selecionados com até 90% de desconto a cada 24 horas. 


Os e-readers Kindle e Kindle Paperwhite Wi-Fi também estão em promoção, com desconto de R$ 80. Além disso, cupons com 50% de desconto (disponíveis pelo site da promoção) podem ser utilizados em eBooks em inglês, espanhol, francês, italiano e alemão.


FONTE: Infomoney e Amazon 





terça-feira, 12 de setembro de 2017

CAPES divulga oportunidades em mídia social




A partir de hoje, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) está no Linkedin. A ideia é divulgar por meio do seu perfil na mídia social ofertas de trabalho, pesquisa, bolsas e intercâmbio enviados para a instituição por diversas entidades parceiras.


Por meio desse novo canal de divulgação, a CAPES pretende ampliar a difusão de oportunidades interessantes para o público relacionado a ciência, tecnologia e inovação no país.


Quando a informação é encaminhada por entidades parceiras, a CAPES não tem envolvimento nos processos seletivos. Instituições podem encaminhar anúncios para o endereço imprensa@capes.gov.br.


Também estarão na mídia social os editais de pesquisa e bolsas de estudo com o apoio da própria CAPES.


LinkedIn


Mídia social voltada para a manutenção de contatos profissionais, o LinkedIn foi lançado em 2003 nos Estados Unidos. Segundo a empresa, a página conta com mais de 500 milhões de perfis pessoais e corporativos. A inscrição básica é gratuita, e a página oferece opções de recursos avançados mediante pagamento.


(Brasília - CCS/CAPES)


FONTECapes 

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

CNPq lança chamada para programas editoriais




A editoração e a publicação de periódicos científicos brasileiros de alta especialização em todas as áreas de conhecimento poderão ser financiadas a partir da chamada aberta pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em agosto.


A Chamada 26/2017 - Programa Editorial é uma parceria entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), e prevê, ao todo, R$ 4,5 milhões para as propostas aprovadas, a serem liberados em duas parcelas, de acordo com a disponibilidade orçamentária e financeira do CNPq.


As propostas devem ser submetidas até o dia 18 de setembro e devem contemplar os seguintes critérios: o periódico deve ser mantido e editado por instituição, associação ou sociedade científica brasileira sem fins lucrativos; apresentar periodicidade de pelo menos dois fascículos por ano; ser disponibilizado obrigatoriamente sob o formato eletrônico; ter sido disponibilizado de forma regular nos dois anos anteriores à data da solicitação; estar, obrigatoriamente, indexado em pelos menos duas bases de dados listadas no edital; e estar classificado no Qualis na área predominante da revista.


Para candidatar-se, o proponente deve possuir o título de doutor e ter seu currículo cadastrado na Plataforma Lattes, ser o coordenador do projeto, ter vínculo formal com a instituição de execução do projeto.


Para saber mais, acesse aqui o edital.



FONTE: CNPq

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Unifesp é a 3ª melhor Universidade do Brasil no ranking global das mil melhores instituições

A USP segue como a primeira do País; no topo da lista mundial está a Universidade de Oxford


    A Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) está na posição 501-600 entre as 1.000 melhores
    Universidades do Mundo; no País, é a terceira melhor.
 


O Times Higher Education publicou nesta terça-feira, 5, a 14ª edição anual do World University Rankings, a lista definitiva das mil melhores universidades de 77 países. No Brasil, 21 instituições estão incluídas, contra 27 no ano passado. 


A Universidade de São Paulo (USP) segue como a primeira do País, em um grupo que está entre 251 e 300 melhores universidades. Após a posição nº 200, o ranking deixa de considerar as instituições de forma unitária e passa a considerá-las por grupos. No ano passado, a universidade também estava neste grupo. 


O ranking também mostra que as universidades federais do Paraná (UFPR), Bahia (UFBA), Goiás (UFG), Ouro Preto (Ufop), Santa Maria (UFSM), Lavras (Ufla), Viçosa (UFV) e as estaduais de Londrina (Uel) e Maringá (Uem) deixaram de participar do ranking. Por outro lado, entraram para este grupo as seguintes instituições: Universidade Federal de Itajubá (601-800), Universidade de Brasília, Universidade Federal de Pelotas e Universidade Estadual de Ponta Grossa, todas na faixa 801-1000.




A avaliação do THE utiliza informações como número de citações em pesquisa, o nível de internacionalização, o grau de titulação dos professores, a transferência de conhecimento para a sociedade e outros aspectos. 


Veja a lista das 21 universidades que estão no World University Rankings: 


1. Universidade de São Paulo 

2. Universidade Estadual de Campinas 

3. Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) 

4. Universidade Federal do ABC (UFABC) 

5. Universidade Federal de Itajubá 

6. Universidade Federal de Minas Gerais 

7. Universidade Federal do Rio de Janeiro 

8. Universidade Federal do Rio Grande do Sul 

9. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) 

10. Universidade Estadual de São Paulo (UNESP) 

11. Universidade de Brasília 

12. Universidade Federal do Ceará (UFC) 

13. Universidade Federal de Pelotas 

14. Universidade Federal de Pernambuco 

15. Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) 

16. Universidade Federal de Santa Catarina 

17. Universidade Federal de São Carlos 

18. Pontifícia Universidade Católica do Paraná 

19. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) 

20. Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) 

21. Universidade Estadual de Ponta Grossa 



FONTES:



Especialistas defendem uso de blockchain para reduzir fraudes no setor público

Blockchain é apontado como uma possibilidade de facilitar a fiscalização das contas do governo




Além de favorecer mais transparência às contas do governo, o blockchain foi defendido como alternativa para integrar as bases de dados dos órgãos públicos por especialistas que participaram de audiência na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados, realizada na semana passada.


O debate contou com a participação de especialistas e do Tribunal de Contas da União. O TCU destacou que um dos maiores problemas relacionados ao controle das contas públicas é a falta de integração dos dados do governo, como explica o secretário de gestão de informações do tribunal, Wesley Vaz.


"Se houvesse uma integração maior entre essas informações por parte da administração pública federal, o risco de se ensejar fraudes ou irregularidades no pagamento de benefícios sociais, para citar somente um exemplo, seria muito menor. E seria muito mais barato também, tanto para o gestor da política como as instituições de controle, checarem se aquele pagamento é correto ou não".


Segundo Vaz, o TCU ainda não tem qualquer trabalho de avaliação específica sobre o blockchain, mas a discussão é importante para futuras formas de fiscalização a serem empregadas pelo órgão.



Banco de dados


O blockchain, que tem sido visto como uma possibilidade de facilitar essa fiscalização das contas do governo, é a mesma tecnologia que está por trás da moeda virtual bitcoin. Trata-se de banco de dados com regras preestabelecidas que pode ser consultado por várias pessoas por meio da internet. “O controle não é centralizado, e caso alguém tente fazer algo fora do padrão das regras, outras pessoas conectadas à rede podem rastrear essa ação, como explica o representante da Fundação Etherium, que trabalha com o blockchain”, Alex Van Sande.


"A sua vida inteira está em algum banco de dados, só que eles pertencem a empresas que podem alterar esse banco de dados a qualquer hora. Um blockchain pega esse banco de dados e em vez de cada empresa ter o seu próprio banco de dados, você distribui isso de uma forma onde você tem dezenas de milhares de pessoas comuns que têm uma cópia dos bancos de dados e uma cópia das regras que diz como isso pode acontecer."


Dessa forma, o próprio computador automaticamente permite o controle do cumprimento das regras. Segundo ele, uma tecnologia do tipo blockchain pode tornar a corrupção, o desvio de verbas e a evasão de impostos obsoletos.


Dinheiro público


Segundo Van Sande, com essa tecnologia é possível definir as regras de como um dinheiro pode ser gasto, quem pode tomar decisões sobre ele e uma vez que isso está na rede, uma vez que isso está online, é matematicamente impossível você desviar um centavo, sequer, fora daquelas regras que foram definidas pelo software. “Cinquenta por cento desse dinheiro vai para tal causa, trinta por cento vai para tal causa, vinte por cento vai ser administrado de tal forma, se você coloca isso num software, é matematicamente impossível que esse dinheiro seja desviado de outra forma", disse.


O assunto também tem sido discutido na comissão especial da Câmara que trata da regulamentação do uso de moedas virtuais.


FONTEComputerworld 

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Pela 1ª vez em seis anos, empresas conseguem reduzir endividamento

Câmbio mais favorável, troca de dívidas caras por mais baratas e venda de ativos são alguns dos fatores que explicam o movimento; dívida líquida das companhias com ações na Bolsa caiu 1,4% no 2º trimestre em relação ao mesmo período de 2016



Após registrar níveis alarmantes, o que levou a número recorde de pedidos de recuperação judicial, o nível de endividamento das empresas brasileiras, especialmente as de grande porte, começa a cair. Há um esforço extra em renegociar as dívidas para estarem mais bem preparadas para a recuperação da economia, que deve se intensificar a partir de 2018. 


Diferentes indicadores apontam para essa melhora. Dados da Economática mostram que as empresas de capital aberto (com ações na Bolsa) encerraram o segundo trimestre com dívidas líquidas de R$ 533,5 bilhões, montante 1,4% inferior ao de igual período de 2016. Foi a primeira queda após seis anos de crescimento. O valor exclui a Petrobrás que, sozinha, reduziu seu endividamento em 11% no período. 


Segundo Alexandre Castanheira, responsável pela área de mercado de capitais de renda fixa do Morgan Stanley, parte da redução das dívidas veio do câmbio. “As empresas que tinham endividamento em dólar, que caiu de R$ 4 para pouco mais de R$ 3, conseguiram reduzir a alavancagem sem fazer muita coisa.”


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