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segunda-feira, 25 de março de 2019

CAPES atualiza portaria que regulamenta mestrado e doutorado profissionais




A CAPES publicou nesta sexta-feira, 22, no Diário Oficial da União (DOU) a portaria nº 60 de 2019, que atualiza a regulamentação sobre mestrado e doutorado profissionais. Anteriormente, os cursos profissionais eram regulados pela portaria nº 131 de 2017 que, a partir da nova publicação, deixou de vigorar.


O texto divulgado hoje no DOU surgiu de uma demanda da comunidade acadêmica e traz mais detalhes para as instituições que pretendem apresentar propostas de criação de novos cursos profissionais.


Em novembro de 2018 a CAPES criou um grupo de trabalho com participantes com características distintas e conhecimento diverso sobre o tema. O grupo ajudou a atualizar a portaria que orienta a comunidade acadêmica na criação dos cursos novos.


FONTE: CCS/CAPES 


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segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Edital destina R$ 4 milhões para incentivar a publicação de periódicos científicos



Estão abertas, até 6 de setembro, as inscrições para a Chamada Editoração, que seleciona propostas para apoio e estímulo à editoração e à publicação de periódicos científicos brasileiros em todas as áreas do conhecimento. Para este edital, serão investidos R$ 4 milhões, sendo R$ 2 milhões pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e R$ 2 milhões pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).


A submissão de propostas para a Chamada CNPq/CAPES n° 18/2018 – Programa Editorial deverá ser feita por meio da Plataforma Carlos Chagas. Os recursos serão destinados ao financiamento de itens de custeio, como aquisição de material de consumo, componentes e/ou peças de reposição de equipamentos, instalação, recuperação e manutenção de equipamentos, serviços de terceiros, contratação de serviços gráficos de arte final e impressão do periódico por empresas especializadas e prestação de serviços para a preparação, geração e manutenção da página hospedeira da publicação eletrônica. O resultado está previsto para ser divulgado em dezembro deste ano.


Desde a sua primeira edição, em 2006, o programa já apoiou mais de 1.778 projetos, o que tem sido imprescindível para que publicações técnico-científicas nacionais alcancem ou mantenham seu nível de excelência. 


Acesse aqui o Edital completo.


FONTE: Capes

terça-feira, 12 de setembro de 2017

CAPES divulga oportunidades em mídia social




A partir de hoje, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) está no Linkedin. A ideia é divulgar por meio do seu perfil na mídia social ofertas de trabalho, pesquisa, bolsas e intercâmbio enviados para a instituição por diversas entidades parceiras.


Por meio desse novo canal de divulgação, a CAPES pretende ampliar a difusão de oportunidades interessantes para o público relacionado a ciência, tecnologia e inovação no país.


Quando a informação é encaminhada por entidades parceiras, a CAPES não tem envolvimento nos processos seletivos. Instituições podem encaminhar anúncios para o endereço imprensa@capes.gov.br.


Também estarão na mídia social os editais de pesquisa e bolsas de estudo com o apoio da própria CAPES.


LinkedIn


Mídia social voltada para a manutenção de contatos profissionais, o LinkedIn foi lançado em 2003 nos Estados Unidos. Segundo a empresa, a página conta com mais de 500 milhões de perfis pessoais e corporativos. A inscrição básica é gratuita, e a página oferece opções de recursos avançados mediante pagamento.


(Brasília - CCS/CAPES)


FONTE: Capes 

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

CAPES adota identificador digital para inscrição em programas internacionais





A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) solicitará, dos candidatos a bolsas e financiamentos de seus programas internacionais, um código de cadastro na ORCID (Open Research and Contributors Identification, ou Identificação Aberta de Pesquisa e Colaboradores).


Gratuito, o número ORCID é um “nome” digital permanente para identificação de pesquisadores. O código tem 16 dígitos e é único para cada pessoa. Essa característica impede ambiguidades na identificação de autores e colaboradores em publicações ou em instituições. Seu funcionamento é semelhante ao Digital Object Identifier(DOI), código para objetos como artigos científicos, teses e dissertações.


A adoção do código é uma tendência mundial das organizações ligadas a pesquisa. Em 2015, um grupo de grandes editoras científicas passou a exigir o código no processo de submissão de artigos científicos. Isso é possível porque o identificador pode ser utilizado para inscrição em processos seletivos e submissão de trabalhos em periódicos acadêmicos em diversas plataformas.


Quem se inscreve na ORCID, além de receber o código, conta com um espaço para construir um perfil de sua produção e sua trajetória profissional, semelhante a um currículo.


Com a adoção do identificador, a CAPES pretende aperfeiçoar requisitos de seleção e a avaliação de resultados dos programas.


“Queremos acompanhar a evolução acadêmica daqueles que recebem apoio financeiro. Por meio do identificador ORCID, conseguimos relacionar pesquisadores a seus trabalhos de modo confiável, de maneira a ter uma ideia mais precisa da eficácia de nossas ações”, explica a diretora de Relações Internacionais da Capes, Concepta Mcmanus.


No entanto, a inscrição no ORCID não vai substituir o Currículo Lattes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que também é exigido nas candidaturas aos programas internacionais da CAPES.


Experiências


Para a bibliotecária Suely Soares, secretária geral da Associação Brasileira de Editores Científicos (Abec), instituições e periódicos estão corretos ao demandar dos pesquisadores cadastro no ORCID. “Fiz meu cadastro porque entendi que o ORCID era tudo que um pesquisador precisava para resolver o problema da dispersão de suas citações causado pela diversidade de grafias de seu nome. Eu mesma já fui indexada de forma incorreta tanto na Scielo quanto na Web of Science”, afirma Suely.


Registrado no ORCID desde 2012, o professor Carlos Grohmann concorda que periódicos e instituições solicitem o identificador. “O ORCID tem o potencial de ser o currículo online de todos os pesquisadores, e isso faz muita falta lá fora. Quando organizei uma sessão em evento nos EUA, foi complicado encontrar pesquisadores para palestras porque eu não encontrava os currículos das pessoas. No Brasil, com o Currículo Lattes, não haveria dificuldades; mas, no exterior, esse levantamento era quase impossível até a chegada do ORCID. Algumas pessoas têm ótimos currículos em suas páginas pessoais e outras não têm nada”, acrescentou Grohmann.


ORCID


Organização sem fins lucrativos sediada nos Estados Unidos, a Open Research and Contributors Identification(ORCID) foi criada em 2010 por organizações envolvidas em pesquisa, como universidades, laboratórios, empresas e editoras científicas, com o objetivo de criar um identificador permanente que torne possível relacionar de maneira confiável pesquisadores a suas contribuições e afiliações institucionais.


Em outubro de 2012, a ORCID lançou seu identificador, o qual, segundo a própria organização, atualmente contabiliza mais de 3 milhões de registros. No ano de 2016, a Universidade Estadual Paulista (Unesp) foi a primeira instituição brasileira a se tornar membro da ORCID, seguida pelas Universidades de São Paulo (USP), e Estadual de Campinas (Unicamp).


Acesse a página da ORCID


Leia a matéria da Revista Fapesp sobre a ORCID


(Lucas Lopes - Brasília - CCS/CAPES)


FONTE: Capes 

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Portal EduCapes compila conteúdos educacionais abertos

O portal já está disponível para acesso, confira: www.educapes.capes.gov.br







A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) disponibiliza um novo portal de conteúdos educacionais abertos, EduCapes. O site compila o material didático dos cursos do sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB) e pode ser acessado gratuitamente por cidadãos de todas as regiões do Brasil.


O lançamento do novo portal aconteceu durante a 9ª Reunião Ordinária de Fórum de Coordenadores UAB, no auditório da Capes em Brasília. O EduCapes possibilita o acesso universal a recursos educacionais abertos licenciados voltados a qualquer tipo de atividade acadêmica em qualquer modalidade e em diversos formatos.


Para o diretor de Educação a Distância da Capes, Carlos Lenuzza, a ferramenta é um primeiro passo na criação do legado da Universidade Aberta do Brasil. “No que tange a produção de material didático, de recursos educacionais e do repositório de objetos educacionais ainda engatinhamos nos últimos dez anos. No âmbito da UAB, é importante lembrarmos que são todos conteúdos produzidos com recursos de orçamento do Estado, pagos por todos nós”, afirma.


O eduCAPES engloba em seu acervo milhares de objetos de aprendizagem, incluindo textos, livros didáticos, artigos de pesquisa, teses, dissertações, videoaulas, áudios, imagens e quaisquer outros materiais de pesquisa e ensino que estejam licenciados de maneira aberta, publicados com autorização expressa do autor ou ainda que estejam sob domínio público.


O portal permite a inclusão de materiais abertos que estejam mapeados em algum esquema de metadados. O portal utiliza a tecnologia DSpace que suporta nativamente os padrões de metadados Dublin Core e armazena arquivos em qualquer tipo de formato digital. O acesso aos materiais é feito de forma híbrida: pode ser feito por meio de sincronismo, remetendo a repositórios parceiros ou pela ferramenta busca, que retorna materiais hospedados no próprio portal. A sincronia permite - por exemplo, que novos Objetos de Aprendizagem (OAs) sejam detectados nos repositórios e/ou automaticamente excluídos os que foram removidos.


FONTE: EduCAPES