Mostrando postagens com marcador UNIFESP. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador UNIFESP. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 22 de novembro de 2019

É Fato Unifesp: Reitora fala sobre os dois terrenos da Prefeitura de São Paulo doados para a universidade





A Unifesp possui um novo canal de comunicação com a comunidade: o projeto É Fato Unifesp. Trata-se de uma conexão direta com a reitora, Soraya Smaili, e o vice-reitor, Nelson Sass, por meio de vídeos de curta duração, nos quais comentam com exclusividade os fatos e as principais notícias da universidade.


No novo vídeo, a reitora fala sobre os dois terrenos da Prefeitura de São Paulo doados para a universidade.




Sigam a Unifesp pelo seu canal no Youtube . 

quarta-feira, 10 de abril de 2019

Unifesp busca R$ 1 bi com setor privado

Com uma queda de 74% nos repasses públicos para investimento nos últimos três anos, a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) está buscando recursos privados para financiar uma ampla expansão de seus campi da Vila Mariana e de Santo Amaro, em São Paulo. O projeto é orçado em R$ 1 bilhão e tem por objetivo construir um complexo com hospitais, prédios acadêmicos, restaurante e moradia universitária que poderão ser compartilhados com a iniciativa privada.


                                                  Soraya Smaili: alternativas para usar a 
                                                       capacidade imobiliária ociosa

"Não voltaremos a ter o mesmo patamar de repasses de anos anteriores e precisamos manter nossos investimentos. Não estamos vendendo a Unifesp, mas buscamos formas de usar a capacidade imobiliária ociosa para levantar recursos", disse Soraya Smaili, reitora da Unifesp, que está na metade do seu segundo mandato. No ano passado, a instituição de ensino recebeu repasses de R$ 29,2 milhões para investimentos, o que representa uma queda de 74% quando comparado a 2015.




Atualmente, a Unifesp tem 187 imóveis que juntos somam 143 mil m² sendo que alguns deles podem ser reformados ou demolidos para a construção de novos prédios. A meta é acrescentar 129 mil m² de área construída e, desse total, cerca de 87 mil m² serão ofertados à iniciativa privada.


O plano de expansão da Unifesp está em fase de chamamento público e até o momento há cerca de 30 interessados, entre eles, empresas de medicina diagnóstica, seguradoras de saúde, fundos de investimentos e construtoras.


A preferência será dada a empresas do setor de saúde, uma vez que a instituição é reconhecida por seu curso de medicina e tem parcerias com o Hospital São Paulo, Hemocentro, Instituto do Sono, Hospital do Rim e GRAAC, que ficam no entorno da universidade no bairro da Vila Mariana.


No entanto, também serão abertas negociações com outros tipos de investidores, como bancos, restaurantes e cafés, que poderão ocupar as áreas comuns dos prédios. Um exemplo: incorporadoras poderão erguer a moradia estudantil que está sendo planejada para atender aos alunos carentes da Unifesp. Hoje, os alunos carentes recebem da universidade uma ajuda de custo de cerca de R$ 600, por mês, para moradia.


A iniciativa privada poderá participar de sete empreendimentos do projeto de expansão da Unifesp: prédios para abrigar salas de aula e áreas acadêmicas, restaurante universitário, pesquisas experimental e clínicas, além de moradia universitária, hospital da criança e adolescente e centro de oncologia. Em alguns imóveis, como o prédio do biotério, a Unifesp deve ocupar apenas alguns andares, sendo que os demais poderão ser locados por empresas.


A concessão de imóveis ao setor privado envolve diferentes modelos, podendo ser permuta (concessão de área em troca de investimento), aquisição do imóvel ou locação por até 30 anos. A instituição de ensino também negocia com a prefeitura a modernização urbanística na região com projetos de estacionamento e iluminação subterrâneos, entre outros.


Segundo Pedro Arantes, pró-reitor de planejamento da Unifesp, esta é a primeira vez que uma universidade federal coloca no mercado um projeto de expansão em parceria com a iniciativa privada. A Universidade Federal do ABC tentou abrir uma unidade em Mauá junto com o setor privado, mas o projeto não foi adiante. "Estamos bem abertos às propostas dos interessados, mas todas serão analisadas pelo comitê universitário. Não pode fugir muito do nosso escopo", disse Arantes. A fase de chamamento público vai até o início de maio e depois começa a etapa de licitação.


No ano passado, a Unifesp teve um orçamento de R$ 1,3 bilhão, sendo que deste total cerca de 75% foram para folha de pagamento de professores e funcionários. Em 2011, a universidade federal iniciou um forte processo de expansão com abertura de cursos nas áreas de Exatas e Humanas e em outras cidades de São Paulo como São José dos Campos, onde ficam os cursos de engenharia. A Unifesp está construindo um sétimo campi na zona leste de São Paulo.


terça-feira, 14 de agosto de 2018

Edital para Ingresso no Mestrado em Economia e Desenvolvimento - Turma 2019



Osasco, 14 de agosto de 2018


Serão considerados inscritos no processo de seleção para ingresso no Programa de Pós-graduação em Economia e Desenvolvimento da EPPEN/UNIFESP os candidatos que estiverem inscritos no Exame de Seleção ANPEC/2019 e que optaram pelo PPED-UNIFESP dentre os centros de sua preferência. 


As informações pertinentes à inscrição no Exame de Seleção ANPEC/2019 constam no Manual do Candidato no site da ANPEC.


Mais orientações:

- Ter efetuado a inscrição no Exame de Seleção ANPEC/2019 (http://www.anpec.org.br/novosite/br/exame). As provas serão realizadas nos dias 26 e 27/09;


- Detalhes sobre o processo, procedimentos, seleção e eliminatórias poderão ser acompanhadas por meio dos endereços: Site Campus Osasco e Site da Anpec;


- Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail poseconomia@unifesp.br ou pelo site http://www.unifesp.br/campus/osa2/ > Pós-graduação > Stricto Sensu > Mestrado Acadêmico > Economia & Denvolvimento





Calendário
Inscrições ANPEC01/06/2018 a 31/07/2018
Prova ANPEC26 e 27/09/2018
Envio de documentação para UNIFESPPor e-mail: 30/10/2018
Resultado 2º fase10/11/2018
Entrevistas12 a 16/11/2018
Resultado Final20/11/2018


FONTE: Unifesp Osasco 

terça-feira, 19 de junho de 2018

Universidades federais têm menos de 1% de intercambistas estrangeiros

Importante para internacionalizar ensino superior, ingresso de alunos de fora ainda é baixo; USP se destaca, com 3,4% dos estudantes do exterior. Baixa oferta de disciplinas em inglês e ausência de política mais ampla para o assunto são obstáculos

     Leonardo Pontes e Sotie Ghislain trocam experiências em curso de Relações Internacionais da Unifesp -             campus Osasco. Foro: Alex Silva/Estadão


Aluno de Relações Internacionais da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Leonardo Pontes, de 20 anos, ainda não fez um intercâmbio, mas estuda ao lado de um estudante da Turquia e de outro do Benim. “Na minha área, um aluno de fora é um prato cheio para conversar sobre relações políticas e econômicas, principalmente quando é um país que não está no centro das notícias.” 


Aposta para tornar o ambiente acadêmico mais internacionalizado, a entrada de estudantes de fora do País em universidades públicas ainda é pequena. O número de estrangeiros em instituições federais do País representa menos de 1% da quantidade total de alunos nas universidades. É o que aponta levantamento feito pelo Estado com base em questionários enviados às instituições por meio da Lei de Acesso à Informação. 


O Estado reuniu dados de 22 das 63 universidades federais, de todas as regiões do País, sobre alunos que vieram estudar por meio de algum programa ou parceria. Também questionou as paulistas Universidade de São Paulo (USP), Estadual de Campinas (Unicamp) e Estadual Paulista (Unesp) – que não respondeu ao pedido.


Leiam mais aqui . 

sexta-feira, 9 de março de 2018

A Universidade e a Educação no contexto da Resistência Democrática

Atividade integra a programação do Fórum Social Mundial 2018




Como parte da programação do Fórum Social Mundial 2018, que acontece de 13 e a 17 de março, em Salvador/BA, será realizada a mesa de diálogo A Universidade e a Educação no contexto da Resistência Democrática. O encontro contará com a presença da reitora da Unifesp, Soraya Smaili, e da pró-reitora da Extensão e Cultura (Proec/Unifesp), Raiane Assumpção.


Objetivo:


Apresentar reflexões e gerar um debate sobre o papel da universidade na sociedade, enquanto espaço de formação política e resistência frente ao atual contexto político, econômico e social brasileiro.


Construir estratégias coletivas para a defesa da universidade pública, que vem sofrendo ataques, que vão desde os sucessivos cortes e/ou contingenciamento de verbas, perseguição à(o)s que lutam, imposição de cerceamento da liberdade de expressão de professore(a)s, propaganda enganosa buscando desmoralizar o(a)s servidore(a)s e judicializar/criminalizar situações. 


Serviço:

A Universidade e a Educação no contexto da Resistência Democrática 
Data: 15/03/2018
Horário: 9h às 13h
Local: Salão Nobre da Reitoria – Rua Augusto Viana, s/n – Palácio da Reitoria, Canela, Salvador
Haverá transmissão online ao vivo.
Site oficial do evento: https://wsf2018.org/

Programação:

9h: Abertura
– João Carlos Salles (Reitor UFBA-Brasil)
– Salete Valesan Camba (Diretora Flacso-Brasil)
– Bruno Araújo (DCE-UFBA-Brasil)

9h30: Atividade Cultural

– Grupo Rum Alabê – coordenado pelo Prof. Iuri Passos (UFBA-Brasil)

10h: Mesa 1

– Boaventura de Souza Santos (UPMS e CES/UC-Portugal)
– Francisco Tamarit (Coordenador da CRES 2018 e UNC-Argentina)
– Márcia Abrahão Moura (Reitora UNB-Brasil)
Soraya Smaili (Reitora Unifesp-Brasil)

Facilitadores

– Paulo Costa Lima (UFBA-Brasil)
– Raiane Assumpção (Unifesp-Brasil)

11h30: Mesa 2
– Jaime Arturo Ramírez (Reitor UFMG-Brasil)
– João Carlos Salles (Reitor UFBA-Brasil)
– Marianna Dias (Presidenta UNE-Brasil)
– Pablo Gentili (Secretário Executivo – CLACSO-Argentina)
– Mirthia Brossard Oris (Presidenta OCLAE-Cuba)

Facilitadores:
– Ana Maria Prestes (UPMS – Flacso-Brasil)
– Olgamir Amancia (UNB-Brasil)


FONTE: Intranet